Mercado – Peak SEP https://peaksep.vexwell.com Empréstimo para empresas, investimentos para todos. Mon, 15 Aug 2022 17:15:21 +0000 en-US hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9.4 https://peaksep.vexwell.com/wp-content/uploads/2022/09/ico-150x150.ico Mercado – Peak SEP https://peaksep.vexwell.com 32 32 4 Dicas de como lidar com a concorrência e destacar seu negócio! https://peaksep.vexwell.com/4-dicas-de-como-lidar-com-a-concorrencia-e-destacar-seu-negocio/ https://peaksep.vexwell.com/4-dicas-de-como-lidar-com-a-concorrencia-e-destacar-seu-negocio/#respond Mon, 15 Aug 2022 17:11:53 +0000 https://www.peakinvest.com.br/?p=3774

Saber como lidar com a concorrência é um dos elementos-chave para o sucesso de qualquer empresa. Independentemente do setor de atuação, entender e superar os outros players do mercado é uma das principais formas de se destacar e ter melhores resultados.

Afinal, com a globalização e o desenvolvimento de novas tecnologias, o mercado se torna cada vez mais acirrado. Assim, as empresas precisam se moldar para oferecer vantagens e diferenciais para seus clientes.

Neste artigo, você conhecerá 4 dicas de como lidar com a concorrência e aprenderá a destacar o seu negócio no mercado. Continue a leitura!

Como as empresas podem se relacionar com a concorrência?

Para começar, é importante saber como deve ser a relação da sua empresa com os concorrentes. Afinal, ao abrir qualquer tipo de negócio, é preciso avaliar o mercado de maneira geral, considerando tanto o comportamento do seu público quanto o da concorrência.

Nesse sentido, é essencial manter um relacionamento amigável com outros negócios — o que inclui empresas que começaram antes ou que surgiram depois da sua. Afinal, o foco não deve ser a mentalidade de disputa constante, mas saber se diferenciar sem precisar prejudicar o concorrente.

Para as empresas, a concorrência deve funcionar como uma espécie de termômetro do mercado. Afinal, os movimentos dos demais negócios ajudam a refletir a dinâmica do seu setor de atuação.

Logo, no momento de analisar quais são os outros empreendimentos do mesmo mercado que o seu, também é preciso reunir informações para conhecer os pontos fortes e fracos deles. A partir disso, você pode traçar estratégias para trazer um diferencial ao seu serviço ou produto.

 

Qual é a importância de se posicionar adequadamente no mercado?

Além de entender como sua empresa pode se relacionar com a concorrência, é preciso saber a relevância de se posicionar adequadamente no mercado. Isso influenciará a forma como o cliente lembra dos seus produtos ou serviços — o que pode ser decisivo para a fidelização.

Pense em um consumidor que precisa adquirir um item específico. Para tomar uma decisão, ele considera o custo-benefício e as marcas de sua preferência. Logo, para que a sua empresa seja lembrada nessa pesquisa, é fundamental ter uma boa estratégia de posicionamento de mercado.

Dessa forma, as suas soluções aparecerão na primeira posição na mente do consumidor. Para tanto, é imprescindível oferecer um diferencial em relação à concorrência. Isso aumenta as chances de que seus clientes se mantenham fiéis, mesmo que o seu preço não seja o mais baixo do mercado.

 

4 Dicas de como lidar com a concorrência e destacar seu negócio

Agora que você sabe por que é necessário se posicionar adequadamente no mercado, é hora de entender como lidar com a concorrência.

Confira 4 dicas para destacar seu negócio:

 

1. Identifique seus concorrentes

O primeiro passo é conhecer quais são, de fato, seus concorrentes. Isso porque nem todas as empresas que vendem produtos ou serviços semelhantes aos seus são concorrentes diretos.

Por isso, é importante conhecer o seu nicho. Embora duas empresas vendam produtos semelhantes, o público-alvo nem sempre é o mesmo. Considerar essa característica é fundamental para que a empresa siga na direção correta.

Para tanto, pesquise, faça trabalhos de campo e identifique quem são seus principais concorrentes e quais são os seus pontos fortes e fracos. A partir disso, você poderá determinar quais questões desenvolver em sua empresa para se sobressair no mercado.

 

2. Conheça seus clientes

Para vender mais e melhor, você precisa conhecer os seus clientes. Ou seja, é essencial entender seus gostos, preferências e necessidades. Para isso, é interessante identificá-los por meio de estudos que envolvam as opiniões e feedbacks dos consumidores sobre seus serviços ou produtos.

Ainda, vale realizar pesquisas para descobrir características interessantes que podem ajudar a desenvolver estratégias mais direcionadas ao seu público-alvo. Entre os fatores que podem ser considerados, estão:

  • idade média dos consumidores;
  • perfil de quem busca mais por seus produtos ou serviços;
  • meio de comunicação mais utilizado pelo seu público.

Afinal, conhecer quem compra seus produtos ou consome seus serviços é tão importante quanto saber quais são seus concorrentes.

 

3. Utilize técnicas para aprimorar o trabalho

Observar o mercado também é uma forma de identificar formas de melhorar um produto ou processo. Além da análise dos concorrentes, que traz dados abrangentes e complexos, há ferramentas que podem ajudar a sua empresa a ser ainda mais eficiente no trabalho.

Isso pode influenciar, por exemplo, nos prazos para processamento de pedidos, entregas realizadas, prazos para atendimento ao cliente, produtividade e custos do negócio. Consequentemente, a medida afeta a precificação e pode influenciar na atratividade das suas soluções.

Para auxiliar nessa tarefa e colher resultados externos, vale utilizar o benchmarking. Ele consiste em averiguar as práticas que os empreendimentos concorrentes executam em determinados setores. Assim, é possível entender se a sua empresa está no mesmo patamar, acima da média ou se precisa melhorar em algum aspecto.

Se for necessário entender o que precisa ser aperfeiçoado internamente, a análise SWOT pode ajudar. Ela consiste em uma técnica que ajuda a entender quais são os pontos de força, fraqueza, oportunidade e ameaça do seu negócio.

 

4. Agregue valor ao seu negócio

Ao analisar o mercado, você provavelmente notará que ter um bom produto ou serviço e vendê-lo a um preço justo já não é o bastante. É preciso que a sua marca represente um conceito atrativo, tenha um bom posicionamento e resulte em vantagens para o consumidor.

Portanto, é fundamental se questionar:

  • Os produtos ou serviços possuem algum diferencial técnico?
  • Em qual momento da vida do cliente eles se encaixam?

Nesse sentido, descubra qual característica combina mais com suas soluções e invista nesse fator. Dessa forma, o investimento se torna mais estratégico e permite se manter competitivo no mercado.

Se precisar de recursos para destacar aquilo que apenas sua marca pode oferecer aos clientes, você pode contar com o empréstimo peer to peer lending. Essas operações são realizadas entre um investidor que se dispõe a emprestar o dinheiro e uma empresa que precisa do crédito.

Por ser uma alternativa de empréstimo de caráter coletivo, há menos entraves e burocracias. Isso permite que empresas de qualquer porte e segmento tenham facilidade para conseguir os recursos que precisam para se desenvolver.

Com essas 4 dicas, você aprendeu como lidar com a concorrência. Dessa forma, é possível se destacar no mercado e conquistar mais clientes para que o seu negócio cresça e se torne cada vez mais relevante no segmento de atuação.

Sua empresa precisa de capital para fazer investimentos estratégicos e se destacar da concorrência? Então entre em contato com a Peak e conheça nossas soluções!

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Retomada da Economia: a importância de um planejamento para o retorno seguro às atividades https://peaksep.vexwell.com/retomada-da-economia-planejamento/ https://peaksep.vexwell.com/retomada-da-economia-planejamento/#respond Fri, 19 Jun 2020 20:32:59 +0000 https://www.peakinvest.com.br/?p=2240 Peak Invest -  Retomada da economia

A crise imposta pelo novo coronavírus impactou a tudo e a todos. A quarentena não foi só social, mas empresarial.

Passada a pior fase histórica, estados e municípios começam a flexibilizar as restrições e a permitir a retomada presencial do comércio e dos serviços rotulados como não essenciais.

Portanto, é hora de pensar na retomada física do seu negócio com a segurança sanitária exigida não só pelo Poder Público, mas principalmente pelos seus clientes, o ativo mais valioso de qualquer segmento.

“O lema é saúde e prevenção”.

Vamos lá.

Há um plano a ser seguido?

Não há um manual universal para a reabertura da economia. A infinidade de variáveis e peculiaridades de cada setor e região no Brasil exige a criação de protocolos e planejamentos por área de atuação/setor.

Em razão disso, municípios e estados estão elaborando e aprovando protocolos de acordo com a situação sanitária de sua região e considerando as melhores sugestões de entidades representativas (como federações, confederações, associações, etc.) e de saúde.

Nesse sentido, é fundamental que você conheça a legislação e os protocolos setoriais publicados pela Prefeitura e pelo Estado onde se encontra o seu estabelecimentoincluindo as das vigilâncias sanitárias, e que você busque os manuais aprovados pelas entidades que representam e se aplicam ao seu negócio.

Quer ajuda? Confira, abaixo, alguns sites com conteúdos e orientações importantes:

Lembre-se de buscar as informações oficiais nos sites de municípios e estados, e que algumas entidades representativas possuem organização regional, de forma que é necessário que se busque as orientações específicas de acordo com a sua localização (através de seus respectivos sites).

Em caso de eventual divergência entre os protocolos e regras, a melhor prática jurídica recomenda que você opte sempre pela orientação mais rígida.

“Afinal, o que é mais seguro diminui muito os riscos ao seu negócio”.

Por último (e não menos importante), não hesite em, se possível, buscar uma assessoria jurídica especializada em direito público e sanitário para conferir maior segurança no planejamento de retomada. Trata-se de cautela recomendada em razão da infinidade de legislações e exigências setoriais, assim como da certa e severa fiscalização que ocorrerá de agora em diante – por parte do Poder Público, da sociedade e, tenha certeza, dos seus concorrentes.

Autuações, multas, cassações, denúncias e processos judiciais não são bem-vindos em tempos de normalidade, quanto mais nos dias atuais.

Recomendações específicas

Peak Invest - retorno de atividade

Explorados os conceitos mais importantes para uma retomada segura e necessária, que tal criar o seu protocolo considerando medidas amplamente difundidas?

Afinal, o Supremo Tribunal Federal, em recente julgamento, decidiu que a Covid-19 pode ser enquadrada como doença ocupacional (popularmente chamada como “doença do trabalho”), de maneira que o empregador pode ser responsabilizado pela contaminação de um colaborador por Covid-19, caso não adote medidas sanitárias de segurança.

Confira, então, algumas recomendações:

  • Forneça equipamentos de proteção individual (EPIs) a todos os funcionários, para que eles os utilizem não apenas no trabalho, mas também no trajeto casa-trabalho-casa;
  • Espalhe recipientes de higienização das mãos com álcool em gel e os mantenha abastecidos;
  • Meça a temperatura do colaborador no início e no final de cada dia de trabalho, o que deve ser feito por um profissional devidamente treinado e que mantenha sigilo das informações;
  • Trate os dados de saúde dos seus colaboradores como confidenciais (elas não devem ser der conhecimento de outros colaboradores, mas somente do seu líder e do RH);
  • Oriente, aos seus colaboradores, a higienização frequente das mãos com água e sabonete, ou, se não for possível, com álcool em gel 70%. Reforce a orientação principalmente após tossir, espirrar, usar o banheiro e antes das refeições;
  • Não compartilhe objetos de uso pessoal e alimentos, e evite ao máximo tocar olhos, nariz ou boca (em especial após utilização de utensílio e material que não está desinfectado);
  • Permita o home-office para os colaboradores que assim possam trabalhar (isso evita aglomerações);
  • Reforçar a frequência da limpeza, ventilação e a higienização e desinfecção de ambientes (incluindo superfícies como mesas, objetos, telefones e teclados, por exemplo);
  • Coloque pôsteres e avisos incentivando a lavagem das mãos e outras medidas de saúde e prevenção (e-mails automáticos podem ser enviados diariamente, por exemplo);
  • Comunique os funcionários que permaneçam em casa em caso de qualquer sintoma ou suspeita de contaminação;
  • Realize reuniões presenciais somente se estritamente necessário e com quem for estritamente necessário. Neste caso, adote as medidas de segurança, como uso de EPIs e distanciamento, e tenha o controle dos participantes (pois, caso algum deles tenha suspeita ou teste positivo para a Covid-19, todos os demais poderão se isolar e buscar assistência médica, caso necessário);
  • Priorize reuniões virtuais;
  • Adote, se possível, jornadas flexíveis de trabalho para aqueles que não podem fazer home-office. Isso reduz o fluxo de pessoas nas ruas e nas empresas;
  • Estimule a alimentação balanceada e a ingestão de líquidos saudáveis;
  • Evitar aglomerações e ambientes fechados, e mantenha os ambientes ventilados.

A intenção, aqui, não é esgotar as possibilidades (infinitas) de cuidados, mas de contribuir com recomendações básicas e obrigatórias a serem observadas por toda e qualquer organização, e que podem ser adequadas de acordo com o seu ramo de atuação e do porte da pessoa jurídica.

Assim, como já exposto no presente artigo, busque fontes e informações seguras de acordo com o seu segmento econômico, seja criativo, responsável (inclusive com o meio ambiente), comprometido e se prepare para buscar o crescimento do seu negócio!

Recomendação ouro

Tenha esses protocolos e orientações como requisitos mínimos de segurança. Ou seja, caso haja espaço e viabilidade para adotar regras mais rígidas no seu estabelecimento, adote.

“O comprometimento com a máxima segurança dos seus colaboradores e clientes representará responsabilidade social que o diferenciará no mercado e agregará valor ao seu negócio. Trata-se, portanto, de um ingrediente essencial para a retomada do seu crescimento”.

O empreendedor brasileiro é resiliente e cresce frente às crises e aos diversos desafios característicos do nosso país. Então vamos crescer juntos!

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Escrita por Rafael Emannuel Vorburger Guerrero – Advogado Especialista em Direito Público e em Direito Sanitário. Consultor empresarial e regulatório. Pesquisador do Núcleo de Pesquisa em Direito Sanitário da Faculdade de Saúde Pública da USP. Membro efetivo da Comissão de Direito Sanitário e da Comissão de Advocacia Preventiva da OAB/SP. Representante da OAB/SP no Conselho Estadual de Saúde de São Paulo. Membro do Instituto de Direito e Ética Empresarial – IBDEE. Foi coordenador jurídico da B3. S.A., a Bolsa de Valores do Brasil, e associado a escritórios de advocacia de renome internacional.

Site: https://www.rafaelvorburger.com.br/

Linkedin: https://www.linkedin.com/in/rafaelvorburger/

E-mail: rafael@rafaelvorburger.com.br

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Qual é o impacto do coronavírus (covid-19) no P2P Lending? https://peaksep.vexwell.com/coronavirus-p2p-lending/ https://peaksep.vexwell.com/coronavirus-p2p-lending/#respond Fri, 27 Mar 2020 17:15:41 +0000 https://www.peakinvest.com.br/?p=2142 A crise desencadeada pelo surto do covid-19 parece não ter precedentes no mundo inteiro. A cada dia uma nova notícia sobre o aumento do número de casos confirmados e de mortes registradas surge para abalar os pilares sociais e inflamar o pânico. Afinal, a sociedade contemporânea nunca viveu nada parecido desde a Segunda Guerra Mundial, findada em 1945.
Mas qual é o impacto do novo coronavírus na modalidade P2P Lending?

Acompanhe os tópicos a seguir e mantenha-se informado para tomar as melhores decisões na hora de fazer seu investimento. Nosso objetivo é preparar você, investidor, para enfrentar diferentes e possíveis cenários. Além disso, queremos mostrar que nem tudo está perdido, que há luz no fim do túnel, atrelada a oportunidades importantes.

Peak Invest - Coronavirus Peer To Peer Lending

Impacto do Coronavírus na economia

Mas inicialmente, é importante dizer que a saúde é algo que deve ser priorizado. Estamos trazendo um conteúdo com um viés econômico, mas jamais colocando a economia a frente das pessoas. O mundo é feito de pessoas, a economia é feita por pessoas, as vidas são sempre mais importantes.
É preciso compreender que cada um pode ter um ponto de vista diferente sobre os impactos do Coronavírus na economia. Muitos acreditam que o medo e a incerteza são os fatores preponderantes. De modo geral, cada país afetado está passando por sua fase de combate contra o covid-19. Aliás, em um mundo globalizado, é crucial analisar tudo que tem acontecido, não é mesmo?

Nesse sentido, o questionamento lançado pelo título deste artigo é muito pertinente, tendo em vista que o mercado financeiro tem sido um dos mais prejudicados pela pandemia. Haja vista a queda vertiginosa das ações nas bolsas pelo mundo, grandes empresas perdendo valor de mercado mesmo sendo consideradas de setores menos afetados. Isso só mostra que a incerteza traz a falta de previsibilidade que investidor não gosta. Para você ter uma ideia do cenário caótico, o Ibovespa, principal índice da B3 (Bolsa de Valores de São Paulo), teve de acionar o circuit breaker três vezes em apenas uma semana, no início de março.

O mecanismo é utilizado para amenizar movimentos bruscos de queda no mercado, bem como para reestabelecer a ordem e o equilíbrio entre os atos de compra e venda de ações. Na prática, o acionamento ocorre quando o Ibovespa chega a um limite negativo de 10% em relação ao índice de fechamento do dia anterior. Dessa forma, quando ativado, o circuit bracker interrompe as negociações por 30 minutos.

Esse exemplo é útil para mostrar um panorama que afeta diversos setores da sociedade, como as pequenas e médias empresas, as companhias aéreas, o comércio, os trabalhadores informais e as famílias de um modo geral. Os impactos econômicos causados pelo vírus são tão grandes que a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) reduziu sua projeção de crescimento global de 2,9% a 2,4% para 2020, que corresponde a 0,5 pontos percentuais.

O que fazer frente a tantas incertezas? Onde investir dinheiro sem o risco de perder tudo? Quais são as melhores possibilidades nesse momento? Temos algumas informações importantes para você.

Aumento da procura por empréstimo via P2P Lending

A primeira delas é a tendência da procura por empréstimos por parte das pequenas e médias empresas. Elas precisam captar recursos para continuarem funcionando frente a paralisação imposta pelo Poder Público para conter a proliferação do Coronavírus. Ação justa é necessária para que menos pessoas se contaminem.

Essa previsão indica que a modalidade P2P Lending, modelo de empréstimo coletivo – recente no Brasil, mas que tem ganhado cada vez mais adeptos -, tende a ser muito mais procurada nesse momento. Isso porque o formato facilita o empréstimo através de tecnologia, praticidade e ainda sob juros exponencialmente mais baixos que os praticados pelos bancos convencionais.

Na prática, as fintechs que operam a modalidade de crédito aproximam investidores e empresas. Em linhas gerais, os investidores se tornam provedores de recursos para os empreendedores, que devolvem o valor tomado emprestado através de parcelas mensais, com acréscimo de juros. Para quem empresta (investe), o retorno é também mais alto em relação às carteiras de renda fixa tradicionais e de muitas ações por aí.

Nessa perspectiva, é correto interpretar que o Peer to Peer Lending se tornará alvo de muitas pequenas e médias empresas que precisam de recursos para manter seus negócios em pé. Isso representa uma ótima oportunidade para investidores interessados em aplicar recursos em renda fixa, enfrentando riscos menores em comparação com o mercado de ações, considerando o atual cenário de volatilidade. Então, terá muita procura por crédito e oportunidades para investidores que querem diversificar seu portifólio, de certa forma escapar da volatilidade das ações em bolsa.

Peak Invest - Covid-19 P2P

Análise mais criteriosa para aprovação do crédito – P2P Lending

Mas você pode estar se perguntando sobre os riscos de inadimplência. Nesse momento, onde a economia vive um cenário de incertezas por conta da pandemia atual, uma das certezas é que as empresas vão precisar de recursos para se estabilizar e voltar a crescer. É provável que atrasos podem acontecer, mas é um mercado que não pode ser desconsiderado. Principalmente, pelo o que movimenta de dinheiro no Brasil. Afinal, representam mais de 90% dos negócios em operação no país.

As fintechs de crédito devem analisar os setores para mitigar os riscos de inadimplência que podem vir a acontecer, e quais são as saídas das empresas nesse momento de crise. Novas linhas de crédito devem ser bem pensadas para não sufocar as empresas com valores que elas não conseguiriam se comprometer. Isso vale para todos os ratings (avaliação de risco da empresa). Os produtos devem ser customizados caso a caso.

O objetivo é reforçar o sistema de análise de crédito para aprovar a entrada de empresas avaliando sua capacidade econômica e a probabilidade de inadimplência. Isso envolve diversas análises e não só qual o setor foi ou pode ser mais afetado. A empresa tomadora deve ter bom histórico, estrutura para se sustentar durante e após essa crise.


O ponto é que o P2P, definitivamente, pode ajudar muitas empresas, mas precisará do apoio de investidores para isso. Eles precisam acreditar na análise feita pela plataforma, entender que existem grandes profissionais por trás das “cortinas” que se empenham em apresentar as melhores empresas para os investidores.

Assim, a análise criteriosa visa garantir mais segurança aos investidores, para que recebam o retorno de seu capital aplicado na plataforma online. Mitigando o risco, é possível reduzir a inadimplência no longo prazo, ao que tudo indica, será uma constante no mercado daqui para frente, abrangendo as empresas, os consumidores e os demais players do cenário econômicos no geral.

O mundo está parado e as informações científicas dão conta de que a crise pandêmica não passará tão rápido. Ainda há muitas incertezas quanto aos efeitos do covid-19 e, apesar de seu baixo percentual de letalidade, as atividades econômicas e comerciais não voltarão tão cedo à normalidade, como toda a comunidade global.

Mas é preciso seguir em frente e ficar atento(a) às oportunidades. A modalidade P2P Lending pode significar uma excelente opção de retorno nesse momento turbulento. Sugerimos que você leia nossos demais artigos do blog, entenda sobre o modelo de empréstimo coletivo, diversifique sua carteira de investimento e saia grande dessa crise.

No mais, cuide de si mesmo e de sua família. Continue adotando as indicações dos órgãos de saúde para evitar a contaminação do Coronavírus. Até a próxima!

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Taxa SELIC baixa, e agora? https://peaksep.vexwell.com/taxa-selic-baixa/ https://peaksep.vexwell.com/taxa-selic-baixa/#respond Mon, 02 Dec 2019 19:04:23 +0000 https://www.peakinvest.com.br/?p=1878 O Comitê de Política Monetária (COPOM) do Banco Central anunciou que existe um limite para a queda da taxa Selic para menos de 5%, mas o comunicado divulgado logo após o encontro do comitê indica que a taxa básica de juros tem espaço para recuar um pouco mais nos próximos meses deste ano, não passando dos 4%. Por ora, Bradesco e Credit Suisse continuam a projetar que a taxa básica cairá para 4,50% no fim deste ano e se manterá nesse nível pelo menos até o fim de 2020. 
Essa queda traz uma série de consequências, entre elas, a redução da taxa de juros para empresas tomadoras de crédito. A taxa Selic é usada como base para as instituições financeiras fixarem as taxas de juros de acordo com o percentual ao ano da Selic. Com isso, quanto menor for, melhor será para as empresas, que terão opções de linhas de crédito com taxas menores. 


A Peak Invest, fintech de crédito que atua na modalidade P2P lending, impulsionada pela redução da taxa básica de juros, diminuiu a taxa máxima de juros para o tomador de crédito em 7% pontos percentuais, ficando abaixo de 3% a.m. 
“Com a redução acumulada da Selic, as empresas, sobretudo as pequenas e médias, encontram um ótimo cenário, pois conseguirão obter linhas de crédito com taxas mais justas, e poderão utilizar esses recursos para investimentos em infraestrutura, processos de otimizações operacionais ou mesmo para ajustar o fluxo de caixa”, explica Marcio Berger, CEO e cofundador da Peak Invest. 

Essa última redução anunciada pelo Copom mostra que o ciclo de cortes ainda não chegou ao fim, mas estão se estabilizando novamente, até o final do ano, podem ser anunciadas novas reduções, o que representa uma boa oportunidade para pequenas e médias empresas aproveitarem essa onde de taxas menores para desenvolver seus negócios. 
E pelo lado do investidor, quem não pensar em diversificar vai ter menores ganhos. Isso não é uma conclusão para muitos, depende muito do suitability de cada investidor. Se os juros estão baixos os ganhos são menores. Um exemplo básico é a própria poupança, que irá render menos do que já rende.

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Inflação de 2018 potencializa o mercado de crédito https://peaksep.vexwell.com/inflacao-de-2018-potencializa-o-mercado-de-credito/ https://peaksep.vexwell.com/inflacao-de-2018-potencializa-o-mercado-de-credito/#respond Mon, 14 Jan 2019 16:17:45 +0000 https://www.peakinvest.com.br/?p=1210 2019 mal começou e já fomos presenteados com uma excelente notícia.

O IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) ou em outras palavras, a nossa inflação, fechou o ano de 2018 em 3,75% a.a, portanto abaixo da meta de 4,5% a.a estipulada pelo Banco Central.

Isso somado ao otimismo provocado pela posse do novo governo potencializa muito as perspectivas para o mercado de crédito.

Inflação baixa e controlada gera a segurança necessária para Banco Central aliviar a tônica dos comunicados ao mercado e eventualmente avançar com processo de redução dos juros.

Esse cenário remodela as nossas expectativas  criando um ambiente mais seguro tanto para o tomador quanto para o investidor.

Juros mais baixos comprimem os spreads e fomentam taxas mais competitivas ao tomador, ao mesmo tempo permitem que a economia respire mais aliviada acelerando a atividade.

O resultado final é um ambiente de estabilidade que garante riscos mais baixos aos investidores.

A Peak Invest deseja que boas notícias como essa sejam frequentes nesse novo ano e está pronta para ser a ponte que conecta tomadores e investidores num ambiente sólido e construtivo para o empreendedorismo no Brasil.

Quer saber um pouco mais sobre como a inflação é calculada?

O IPCA é uma pesquisa de preços que o IBGE faz mensalmente consultando o comércio, domicílios, prestadores de serviços e concessionárias de serviços públicos.
Os preços dos itens são divididos por categorias onde cada uma ganha um peso de acordo com sua importância no dia a dia das pessoas, veja quais são:

  • Alimentação e bebidas (23,12%)
  • Artigos de residência (4,69%)
  • Transportes (20,54%)
  • Comunicação (4,96)
  • Despesas pessoais (9,94%)
  • Habitação (14,62%)
  • Saúde e cuidados pessoais (11,09%)
  • Vestuário (6,67%)
  • Educação (4,37%)

Veja como o IPCA se comportou no último período de 2018.

  • Saúde e Cuidados Pessoais: após deflação de 0,71% em novembro, quando diversos itens sofreram quedas impactadas pelas promoções da Black Friday, o grupo avançou 0,32% em dezembro. Destaque para os itens plano de saúde, que voltou a registrar alta de 0,80%, produtos para pele (de -10,29% para +6,16%) e perfume (de -8,02% para -0,57%).
  • Habitação: desacelerou seu ritmo de deflação na passagem de novembro (-0,71%) para dezembro (-0,15%), sendo destacadas as acelerações dos itens aluguel residencial (de +0,40% para +0,46%), taxa de água e esgoto (de 0,00% para +0,71%) e gás de botijão (de +0,52% para +0,80%). Além disso, ainda que tenha ocorrido alteração da cor da bandeira tarifária para as contas de luz, que passou de amarela em novembro para verde em dezembro, o item energia elétrica residencial diminuiu seu ritmo de deflação, de -4,04% para -1,96%.
  • Vestuário: apresentou comportamento similar ao verificado pelo grupo Saúde e Cuidados Pessoais. Em novembro, muito sob impacto das promoções da Black Friday, o grupo mostrou deflação de 0,43%. No mês de dezembro, sem o efeito dos descontos proporcionados pela Black Friday e recebendo alguma pressão de alta em decorrência das compras de Natal, o grupo avançou 1,14%. Destaque para o desempenho dos itens blusa (de -1,58% para +2,95%), camisa/camiseta masculina (de -0,67% para +1,79%) e calça comprida feminina (de -1,98% para +1,76%).
  • Transportes: registrou deflação de 0,54% em dezembro, após queda de 0,74% na leitura anterior. De um lado, os combustíveis não só voltaram a registrar queda, como também aumentaram seu ritmo de deflação, a exemplo da gasolina (de -3,07% para -4,80%) e do etanol (de -0,52% para -2,70%). De outro lado, como é comum em meses de dezembro, houve importante pressão altista do item passagem aérea, que acelerou de +2,92% em novembro para +29,12% em dezembro.
  • Alimentação e Bebidas: apresentou apenas ligeira aceleração, de +0,39% para +0,44%. Enquanto os preços de alimentação no domicílio (de +0,34% para +0,50%) aceleraram, os preços de alimentação fora do domicílio (de +0,49% para +0,33%) desaceleraram.
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