Crédito – Peak SEP https://peaksep.vexwell.com Empréstimo para empresas, investimentos para todos. Tue, 08 Nov 2022 17:48:56 +0000 en-US hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9.4 https://peaksep.vexwell.com/wp-content/uploads/2022/09/ico-150x150.ico Crédito – Peak SEP https://peaksep.vexwell.com 32 32 Análise de Crédito: o que é e qual a relação com os empréstimos? https://peaksep.vexwell.com/analise-de-credito-o-que-e-e-qual-a-relacao-com-os-emprestimos/ https://peaksep.vexwell.com/analise-de-credito-o-que-e-e-qual-a-relacao-com-os-emprestimos/#respond Tue, 08 Nov 2022 17:46:29 +0000 https://www.peakinvest.com.br/?p=4401

Antes de buscar uma solução de crédito, como um empréstimo, é preciso passar por uma avaliação por parte da instituição financeira. Essa etapa permite ao credor identificar os potenciais riscos da operação. Para entendê-la melhor, é interessante saber o que é análise de crédito.

Desse modo, é possível compreender quais são os critérios da avaliação e como se adequar a eles. Assim, as chances de a sua empresa obter os recursos necessários para manter as atividades e realizar outros objetivos aumentam.

Neste artigo, você saberá o que é a análise de crédito e como ela se relaciona com os empréstimos. Confira!

O que é análise de crédito?

A análise de crédito é um processo de pesquisa e avaliação de dados financeiros de pessoas físicas ou jurídicas. Esse procedimento costuma ser feito por instituições financeiras e outras empresas que trabalham com a concessão de crédito.

O principal objetivo de uma análise de crédito é identificar o risco que um determinado cliente tem de ficar inadimplente.

Assim, essa avaliação ajuda a instituição que concede os recursos a avaliar se o cliente é um bom pagador ou se ele apresenta riscos mais elevados de não fazer os pagamentos conforme acordado.

Como funciona uma análise de crédito?

Além de descobrir o que é a análise de crédito, vale a pena entender como esse processo é feito. Para simplificar, tome como exemplo a análise pela qual uma empresa passa ao solicitar um empréstimo.

Nesse caso, o negócio deverá apresentar documentos de identificação (como o CNPJ e o contrato social) e informações sobre as finanças corporativas. Aqui, é comum que sejam exigidos demonstrativos financeiros e balanços patrimoniais.

A partir disso, a instituição financeira pode utilizar os dados para fazer uma análise completa do histórico empresarial. Com os dados, também é possível realizar pesquisas nos birôs de crédito, para conferir se existem débitos pendentes, por exemplo.

Ainda, há uma consulta sobre o histórico de pagamentos. Assim, a instituição avalia se a companhia costuma honrar com as obrigações financeiras assumidas e se é adequado oferecer os recursos na forma de crédito empresarial.

Qual é a relação dessa análise com os empréstimos?

Como você viu até aqui, a análise de crédito está diretamente relacionada à concessão de recursos financeiros, como acontece em um empréstimo. A ideia, portanto, é viabilizar a avaliação sobre os riscos de inadimplência para que a instituição tome duas principais decisões.

A primeira é se a empresa receberá o empréstimo ou não. Se o negócio tiver um histórico de pagamento ruim, com atrasos e dívidas pendentes, o risco de ele fazer o mesmo com esse novo empréstimo é elevado. Então é possível que a concessão de crédito seja negada.

Já se houver a aprovação do empréstimo, a análise de crédito pode ajudar a definir qual será o valor da taxa de juros. Em geral, riscos mais elevados levam a uma cobrança de juros maiores.

Para entender melhor a relação entre análise de crédito e empréstimo, vale a pena conhecer o processo que costuma ocorrer na Peak Invest. Antes da avaliação, as empresas devem se cadastrar e enviar as informações iniciais.

Nesse momento, o Robô de Crédito atua para analisar a natureza jurídica da empresa, a atividade econômica de atuação, a data de fundação, o faturamento e eventuais protestos.

Se for pré-aprovada, a empresa deve enviar a documentação completa. É nessa etapa em que a análise de crédito é feita em detalhes, considerando diversos critérios e usando fontes de dados — tanto tradicionais quanto inovadoras.

Assim, é possível garantir que todas as empresas que utilizam a plataforma atendam a critérios específicos de riscos. Nesse sentido, há mais proteção para os investidores que emprestam o dinheiro na modalidade ponto a ponto (P2P).

Isso ocorre porque, com uma avaliação melhor de crédito, há mais chances de que o retorno seja obtido conforme o esperado.

 

Como ter um bom score?

Até aqui, você entendeu de modo geral como funciona a análise de crédito — em especial, para empresas que buscam recursos financeiros. A partir disso, vale a pena saber que existem formas de aumentar as chances de ter o pedido aprovado.

Nesse caso, uma possibilidade é aumentar o score da sua empresa. Ele corresponde a uma pontuação que se baseia no histórico de pagamento e serve para indicar a probabilidade de o tomador do crédito pagar as contas em dia.

Logo, quanto mais alto for o score, maiores são as chances de a empresa ter o crédito aprovado. Para aumentar essa pontuação, é interessante recorrer a algumas estratégias.

Veja quais são elas!

 

– Pague as contas em dia

O ponto mais relevante para o score é a adimplência, ou seja, a capacidade de honrar os compromissos financeiros assumidos. Portanto, é indispensável manter as contas da empresa sempre em dia.

Nesse sentido, vale a pena elaborar um planejamento para garantir que as obrigações serão pagas dentro dos prazos de vencimento. Acompanhar o fluxo de caixa também ajudará a fazer projeções e antecipar eventuais dificuldades, evitando atrasos nos pagamentos.

 

– Mantenha o CNPJ regular

Também é importante fazer com que o CNPJ da sua empresa esteja regular. Afinal, não adianta não ter dívidas com fornecedores e parceiros, mas não cumprir as obrigações fiscais e tributárias, por exemplo.

Então é fundamental verificar eventuais pendências no CNPJ e resolvê-las de modo definitivo. Assim, a empresa terá mais chances de conquistar um score elevado.

 

– Deixe os dados sempre atualizados

Além de cuidar do bom histórico financeiro, é essencial manter os dados da empresa sempre atualizados. Se houver uma mudança no regime tributário ou na composição do negócio, por exemplo, todas as informações devem ser atualizadas.

Isso ajuda a garantir que os dados fiquem alinhados com a realidade do negócio, evitando inconsistências ou erros. Afinal, esses problemas podem reduzir a sua nota, dificultando a busca por crédito.

Como você aprendeu, a análise de crédito é o processo executado antes da concessão de recursos para que a instituição financeira conheça os riscos de disponibilizar o dinheiro. Para a sua empresa, é importante seguir as dicas apresentadas para obter um empréstimo com mais facilidade. Se o seu negócio precisa de recursos, entre em contato conosco da Peak Invest e veja como é possível obter um empréstimo simplificado!

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Décimo terceiro: como calcular, prazo e como se preparar para pagar! https://peaksep.vexwell.com/decimo-terceiro-como-calcular-prazo-e-como-se-preparar-para-pagar/ https://peaksep.vexwell.com/decimo-terceiro-como-calcular-prazo-e-como-se-preparar-para-pagar/#respond Thu, 27 Oct 2022 13:41:50 +0000 https://www.peakinvest.com.br/?p=4371

Além dos pagamentos regulares e convencionais, empresários e gestores precisam ter atenção ao prazo para pagar o décimo terceiro. Afinal, funcionários que atuam pelo regime da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) têm direito a esse benefício, que é uma obrigação legal das empresas.

Descumprir essa regra pode gerar problemas legais para o negócio e até afetar o clima organizacional da equipe. Ao mesmo tempo, é preciso ter cuidado para que não ocorram problemas quanto à gestão financeira do negócio.

Portanto, se você quer saber qual é o prazo para pagar o décimo terceiro, como calculá-lo e como se preparar para fazer esse pagamento, veja as dicas a seguir!


Como funciona o pagamento do décimo terceiro para funcionários?

Até o início da década de 1960, as empresas pagavam apenas algum tipo de gratificação de Natal para os seus colaboradores — e de maneira voluntária. Porém, a partir de 1962, essa bonificação passou a ser obrigatória por meio da Lei n.º 4.090. Assim, foi criado o 13º salário.

Esse pagamento consiste em uma gratificação paga pelas empresas a seus funcionários por tempo trabalhado durante o ano (pelo menos 15 dias). Vale destacar, também, que esse direito independe da remuneração do profissional.

O 13º salário deve ser pago em duas parcelas e ele equivale a 1/12 do salário do mês de dezembro por mês trabalhado no ano. Além disso, para calculá-lo, não basta considerar somente a remuneração fixa do colaborador. Também é preciso considerar a média de pagamentos com:

  • adicional noturno;
  • comissões;
  • adicional de insalubridade;
  • horas extras
  • entre outros.

Da mesma forma, vale ressaltar que faltas não justificadas, também influenciarão no valor a ser pago. Caso elas façam com que o mês tenha menos de 15 dias trabalhados, o empregado perderá o valor proporcional àquele período (1/12).

 

Quem tem direito a receber o décimo terceiro salário?

Conforme a CLT, todo profissional com carteira assinada tem direito a essa gratificação. Ou seja, devem receber esse valor os trabalhadores domésticos, rurais, urbanos e avulsos.

No caso de funcionários afastados — como por conta de um acidente, doença ou licença-maternidade —, o pagamento terá uma diferença. Isso porque o valor a ser pago deve ser proporcional aos meses trabalhados. A diferença será quitada pelo próprio INSS.

Já sobre os estagiários, as empresas não são legalmente obrigadas a pagar o décimo terceiro para esses funcionários. Porém, não há impeditivos para as organizações oferecerem esse ou outro tipo de bonificação, caso desejem.

Como calcular o décimo terceiro dos seus colaboradores?

Agora que você sabe como funciona o pagamento do décimo terceiro e a quem ele é destinado, confira o passo a passo para calculá-lo:

  • divida o salário recebido pelo funcionário em dezembro por 12;
  • multiplique o resultado obtido pelo número de meses trabalhados pelo colaborador no ano (15 dias ou mais);
  • o valor resultante dessa conta é o que você pagará de décimo terceiro.

Exemplo prático de cálculo do 13º

Imagine que um de seus funcionários recebe R$ 3.000 por mês e ele está na empresa há 10 meses. Sendo assim, ao dividir o salário por 12, você encontrará o valor de R$ 250. Esse resultado equivale ao valor mensal do décimo terceiro salário do funcionário.

De acordo com o segundo passo, é preciso multiplicar o valor obtido pelo número de meses trabalhados pelo colaborador — no caso, 10 meses. Então:

13º salário = 250 x 10 = 2.500

Logo, o décimo terceiro salário desse funcionário em questão será de R$ 2.500. Agora, lembra-se de que o pagamento dessa gratificação deve ser feito de forma parcelada. Sendo assim, é necessário dividir este valor por dois:

Primeira parcela do 13º salário = 2.500/2 = 1.250

Assim, a primeira parcela será desse valor calculado (R$ 1.250). Já a segunda será menor, porque há a incidência de cobranças como:

  • Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS);
  • Instituto Nacional do Seguro Social (INSS);
  • Imposto de Renda Retido na Fonte (IRRF).

Logo, por conta desses descontos, a segunda parcela a ser paga será de R$ 1.011,98 — e não R$ 1.250. Vale destacar que há diversas ferramentas online que fazem esses cálculos. Então, se você desejar, pode utilizá-las para facilitar o processo. Para tanto, basta inserir as informações referentes a cada funcionário, como:

  • salário bruto;
  • número de meses trabalhados;
  • valor médio de horas extras mensais (se houver);
  • parcela (primeira ou segunda).

Qual é o prazo para pagar o décimo terceiro?

Como você viu, é preciso pagar o décimo terceiro em duas parcelas. Quanto ao prazo, a primeira deve ser paga entre 1 de fevereiro e 30 de novembro. Já a segunda, tem um prazo até o dia 20 de dezembro.

A empresa também pode pagar em parcela única, observando a data limite de 30 de novembro. Note que, caso a data de pagamento caia em um final de semana ou feriado, é necessário antecipar a quitação para o último dia útil anterior.

Se uma empresa não paga ou atrasa o décimo terceiro salário de um funcionário, ela pode ser autuada por um auditor-fiscal do Ministério do Trabalho. Nessa situação, a organização terá que pagar uma multa no valor de R$ 170 por trabalhador.

Ainda, há riscos de ser alvo de ações judiciais trabalhistas reclamando os pagamentos devidos. Se isso acontecer, também será preciso arcar com custas judiciais e honorários advocatícios.

 

Como se preparar para pagar o décimo terceiro?

O décimo terceiro salário é uma gratificação obrigatória por lei. Caso uma empresa não faça o pagamento ou o faça com atrasos, ela poderá ser penalizada.

Portanto, é fundamental que, como gestor, líder ou empresário, você se prepare para pagar o décimo terceiro corretamente e respeitando os prazos indicados na lei. Para tanto, é necessário se organizar e fazer um planejamento financeiro adequado.

Isso inclui, por exemplo, avaliar como está o seu fluxo de caixa. A empresa tem dinheiro suficiente em caixa para pagar os funcionários ou será necessário fazer algum tipo de captação de recursos? Se for o caso, você pode contar com as soluções de crédito para empresas, oferecidas pela Peak Invest. Assim, você terá a chance de obter a quantia necessária para pagar seus funcionários e evitar maiores transtornos com o décimo terceiro.

Ao longo deste post, você conferiu como funciona o décimo terceiro e qual é o prazo para pagar esse direito a seus funcionários. Desse modo, é possível se organizar para cumprir essa obrigação, conforme manda a lei.

Quer conhecer melhor as soluções para obter os recursos necessários para pagar os funcionários? Entre em contato conosco da Peak Invest!

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7 indicadores de desempenho empresarial que vale a pena conhecer https://peaksep.vexwell.com/7-indicadores-de-desempenho-empresarial-que-vale-a-pena-conhecer/ https://peaksep.vexwell.com/7-indicadores-de-desempenho-empresarial-que-vale-a-pena-conhecer/#respond Thu, 20 Oct 2022 17:01:11 +0000 https://www.peakinvest.com.br/?p=4340

Para que um negócio gere bons frutos, além de ter um planejamento bem elaborado, é necessário acompanhar os resultados ao longo do tempo. Mas como isso pode ser feito? A partir do monitoramento dos indicadores de desempenho empresarial.

Essas ferramentas são capazes de orientar a gestão ao oferecer material para a análise do desenvolvimento da empresa. Por esse motivo, é fundamental acompanhar esses índices para entender em que estágio a organização se encontra.

Entre os diversos indicadores de desempenho empresarial, existem, pelo menos, 7 que vale a pena conhecer e acompanhar. Continue a leitura para descobrir quais são!

O que são e para que servem os indicadores de desempenho empresarial?

Antes de saber quais são os 7 indicadores de desempenho empresarial que você deve acompanhar, é importante ter o conceito dessa ferramenta em mente. Na prática, eles são um recurso utilizado para analisar os resultados das iniciativas de uma companhia. Assim, é possível entender se as medidas tomadas pelos gestores contribuem para o crescimento da empresa, por exemplo. A partir dessa análise, os tomadores de decisão podem avaliar se o planejamento estratégico pode ser mantido ou se é preciso ajustá-lo.

Por exemplo, o indicador de lucratividade permite saber se a organização obteve o lucro esperado para o período. Se o resultado for positivo, a gestão pode identificar os processos que contribuíram para esse desempenho, a fim de replicá-los.

Já se a performance ficou aquém do esperado, há a oportunidade de verificar as falhas para encontrar soluções. Nesse sentido, os indicadores de desempenho podem ser utilizados para avaliar a performance de um projeto, processo, departamento ou até mesmo da empresa em geral.

 

7 Indicadores de desempenho empresarial que vale a pena conhecer

Agora que você já sabe o que é e para que servem os indicadores de desempenho empresarial, é o momento de descobrir quais são 7 deles que vale a pena conhecer. Veja!

1. Churn rate

O churn rate é a taxa de evasão de clientes. Assim, ele mede quantas pessoas cancelaram a compra com a empresa em um período específico. Para tanto, basta dividir o número de consumidores perdidos até o fim do período pelo total de clientes no início do mesmo período.

É interessante estabelecer uma periodicidade para analisar esse índice — e prestar atenção sempre que ele apresentar uma alta. Isso porque, ao acompanhar o indicador, a equipe pode entender se há um problema no empreendimento que seja a causa dos cancelamentos.

Por exemplo, você pode notar se existem reclamações sobre o produto da empresa que motivaram outros consumidores a desistirem do item. A partir dessa análise, a gestão pode tomar medidas para melhorar a mercadoria e reduzir o churn rate.

2. Custo de aquisição de clientes

O custo de aquisição de clientes, conhecido pela sigla CAC, mensura o valor que a empresa investiu para captar um cliente. Para calculá-lo é necessário dividir o montante investido em marketing e vendas pelo número de consumidores conquistados no período.

Quando o CAC está alto, pode significar que a estratégia de divulgação não é suficiente para converter os clientes. Outra possibilidade é a existência de investimentos em marketing além do necessário para a demanda de consumidores no mercado.

A partir desse diagnóstico, a gestão pode colocar em prática medidas para reduzir esse custo. Por exemplo, vale a pena pensar em ações para fidelizar clientes. Nesse caso, o objetivo é depender menos da captação de novos consumidores.

3. Ticket médio

O ticket médio é o valor médio das compras realizadas pelos clientes em um período específico. Também é possível calcular esse indicador a partir de um produto, serviço ou categoria, conforme as respostas que a empresa deseja obter.

Para encontrar o ticket médio, basta dividir o faturamento pelo número de vendas. Se o valor do índice está mais alto que em outros períodos anteriores, vale verificar quais ações fazem os clientes comprarem mais, por exemplo.

No entanto, se o ticket médio está abaixo das expectativas, é importante investigar o que causou esse resultado aquém do esperado para implementar soluções.

4. Customer lifetime value

O customer lifetime value (CLV) significa valor de tempo de vida. Logo, ele mede o montante que um cliente trouxe para o faturamento de uma empresa em um determinado período. O cálculo é realizado a partir da seguinte fórmula:

CLV = (ticket médio x média anual de compras por cliente) x média de período de relacionamento

Com esse indicador, a gestão pode entender se os clientes apresentam um relacionamento mais longo com a empresa, gerando lucro. Nesse cenário, é comum relacioná-lo com o CAC, pois um CVL maior consequentemente reduz o custo que a organização investiu para conquistar o cliente.

5. Taxa de conversão

Outro indicador que vale a pena conhecer é a taxa de conversão. Ele mensura quantas pessoas que entraram em contato com a empresa realizaram uma compra. Para identificar o indicador, é preciso dividir o número de vendas pelo número de contatos totais.

Isso permite entender se a estratégia de marketing é suficiente para atrair e educar o público para a compra. Ademais, a gestão pode observar se as ações da equipe de vendas são eficientes para fechar o negócio.

A partir dessas análises, você pode identificar gargalos no processo de marketing e de vendas, e tomar medidas para solucioná-los.

6. Retorno sobre o investimento

O retorno sobre o investimento (ROI) é um indicador utilizado para saber quanto de capital a empresa ganhou ou perdeu com cada investimento realizado. Logo, esse é o cálculo utilizado para saber se uma campanha de televisão, por exemplo, trouxe resultados para a organização.

Para encontrar o ROI é necessário fazer o seguinte cálculo:

ROI = (receita gerada – custos) / custos

Além disso, é possível multiplicar o resultado por 100 para determinar o ROI em porcentagem e fazer diferentes comparativos.

7. Lucratividade

Mais um indicador de desempenho que deve ser acompanhado com frequência é a lucratividade. Ele ajuda a compreender se a empresa obtém lucro e se as estratégias geram o resultado esperado.

Afinal, o faturamento pode ser alto, mas ter uma lucratividade baixa. Nesse cenário, a saúde financeira do negócio tende a ser comprometida. Ao avaliar o indicador, a gestão pode intervir para identificar o problema que reduz o lucro da empresa — como o desperdício na produção da mercadoria ou a precificação inadequada.

Para calcular a lucratividade, deve-se aplicar a fórmula:

Lucratividade = (Lucro Líquido / Receita Total) x 100

 

Neste post, você conheceu 7 indicadores de desempenho empresarial para acompanhar de perto. Afinal, eles são úteis para entender se a organização mantém uma boa gestão e identificar o que pode ser melhorado para potencializar os resultados.

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Como preparar o caixa da empresa para a Black Friday? Confira! https://peaksep.vexwell.com/como-preparar-o-caixa-da-empresa-para-a-black-friday-confira/ https://peaksep.vexwell.com/como-preparar-o-caixa-da-empresa-para-a-black-friday-confira/#respond Thu, 06 Oct 2022 13:18:02 +0000 https://www.peakinvest.com.br/?p=4192

O final do ano gera diversas oportunidades para o seu negócio crescer. Entre as datas mais importantes para o comércio brasileiro, está a Black Friday de 2022. Afinal, esse é um dos eventos mais aguardados pelos consumidores que buscam descontos mais atrativos.

Assim, se a sua empresa decidir participar dessa ação promocional, é possível que aconteça um aumento significativo na demanda por seus produtos ou serviços. Então é fundamental se organizar financeiramente para conseguir atender os clientes nessa época do ano.

A seguir, você entenderá como preparar o caixa da sua empresa para a Black Friday de 2022 e aproveitar as oportunidades que a data proporciona. Confira!

Como funciona a Black Friday?

A Black Friday é uma data comercial cujo objetivo é ampliar as vendas de fim de ano, com a oferta de promoções interessantes.

Esse evento surgiu nos Estados Unidos em 1950 e é realizado no dia após o feriado de Ação de Graças — celebrado sempre na 4ª quinta-feira de novembro. Portanto, a Black Friday não tem uma data fixa, acontecendo anualmente na 4ª sexta-feira desse mês.

No Brasil, a primeira Black Friday ocorreu em 2010 e foi totalmente online. Porém, ela já ganhou mais popularidade e é aplicada também em lojas físicas.

Vale destacar que, a cada edição, ela ganha mais espaço entre os consumidores. Por isso, é natural que os empresários estejam ansiosos para a chegada do evento.

 

Qual a importância de ter um planejamento financeiro para a Black Friday?

Como você conferiu, a Black Friday é uma das melhores épocas do ano para vender. Por isso, aderir ao evento pode ser interessante para o seu negócio. Contudo, para participar sem ter prejuízos, é preciso preparar o caixa da empresa para as promoções de vendas.

Nesse caso, o planejamento financeiro é a chave. Por meio dele, você poderá estimar as vendas e despesas para o período. Desse modo, fica mais fácil projetar potenciais lucros ou perdas e avaliar se vale a pena aderir à Black Friday.

Com essa organização, você também pode certificar-se antecipadamente com os fornecedores sobre a capacidade deles em atender as vendas projetadas. Assim, fica mais fácil entender se a sua empresa tem condições para cobrir a demanda prevista e não perder oportunidades de vendas.

Além disso, o planejamento mostrará se você tem recursos financeiros para arcar com as despesas referentes a essa ação promocional. Com isso, é possível saber se o negócio precisará de uma injeção de capital no fluxo de caixa.

 

Como preparar o caixa da empresa para a Black Friday de 2022?

Depois de entender a importância do planejamento financeiro empresarial para a Black Friday, é hora de saber como preparar o caixa do seu negócio para esse evento. Desse modo, será possível aderir à promoção sem ter prejuízos financeiros. Confira como se organizar para essa data!

 

Monte o mapeamento dos custos e despesas

O primeiro passo para preparar o caixa da empresa para a Black Friday de 2022 é fazer o mapeamento dos custos e despesas envolvidos na operação. Essa informação ajudará você a definir o preço dos produtos corretamente.

Portanto, faça o levantamento dos eventuais gastos com o evento — como a compra de mercadorias e o pagamento de comissão aos vendedores. E não se esqueça dos custos e das despesas indiretas. Esse é o caso, por exemplo, dos impostos e do investimento em marketing digital.

 

Faça uma projeção das vendas e disponibilidade de estoque

Outro ponto fundamental para a preparação para a Black Friday de 2022 é a projeção das vendas. A partir desse número, é possível calcular a necessidade de estoque. Com ele, você também pode conhecer o volume de clientes esperados e saber se é preciso contratar funcionários temporários.

Para estimar as suas vendas, é preciso analisar o faturamento obtido no último evento do tipo e a taxa de crescimento do seu negócio desde então. Ainda, é interessante considerar as expectativas do comércio para a edição desse ano para chegar a um valor mais realista.

 

Analise as possibilidades de frete para o cliente

Normalmente, o percentual de desconto e o preço são os principais fatores para incentivar uma compra na Black Friday. No entanto, os consumidores podem priorizar outros quesitos em sua escolha, como melhor prazo de entrega e frete grátis.

Então, antes de adotar estratégias, é necessário verificar a viabilidade de cada oferta. Assim, para decidir se você disponibilizará ou não frete grátis, é preciso analisar o valor do transporte dos seus produtos para cada região do país e o quanto eles deverão custar para não ter prejuízos.

 

Avalie as possibilidades de descontos e as estratégias promocionais

O próximo passo para preparar o caixa da sua empresa para a Black Friday de 2022 é avaliar as possibilidades de desconto. O objetivo é evitar reduções excessivas nos preços dos produtos ou serviços. Afinal, essa situação pode afetar negativamente o caixa da sua empresa.

Existem diversas maneiras para definir os descontos, como diminuir a margem de lucro até um nível aceitável ou seguir o percentual oferecido pela concorrência. Outra alternativa é conseguir preços mais baixos com os fornecedores e repassar a diferença no valor da mercadoria para os clientes.

Também é indispensável estabelecer as estratégias de desconto, pois isso determinará como deverá ser a divulgação da oferta. Os métodos mais comuns de promoções de vendas são: pague um e leve dois, pacotes de descontos e promoção progressiva.

 

Determine os meios e as condições de pagamento

Por fim, é importante determinar os meios e as condições de pagamento do seu negócio. Isso porque eles podem estimular o consumo e alavancar as vendas. Além disso, a escolha do método para o fechamento da compra e as regras de aquisição pode afetar o fluxo de caixa da empresa.

Os principais meios de pagamento no Brasil são o cartão de crédito ou débito, o Pix, o crediário e os boletos bancários. Em relação às condições, os pontos a serem analisados são as opções de prazo, descontos à vista e acréscimo de juros nas parcelas.

Agora você já sabe como preparar o caixa da empresa para a Black Friday de 2022. Então siga essas instruções e veja como é possível realizar promoções para atrair clientes, mas sem ter prejuízos financeiros.

Precisa captar recursos para reforçar o fluxo de caixa do seu negócio para a Black Friday de 2022? Descubra como escolher o melhor tipo de empréstimo para sua empresa!

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4 Dicas de como lidar com a concorrência e destacar seu negócio! https://peaksep.vexwell.com/4-dicas-de-como-lidar-com-a-concorrencia-e-destacar-seu-negocio/ https://peaksep.vexwell.com/4-dicas-de-como-lidar-com-a-concorrencia-e-destacar-seu-negocio/#respond Mon, 15 Aug 2022 17:11:53 +0000 https://www.peakinvest.com.br/?p=3774

Saber como lidar com a concorrência é um dos elementos-chave para o sucesso de qualquer empresa. Independentemente do setor de atuação, entender e superar os outros players do mercado é uma das principais formas de se destacar e ter melhores resultados.

Afinal, com a globalização e o desenvolvimento de novas tecnologias, o mercado se torna cada vez mais acirrado. Assim, as empresas precisam se moldar para oferecer vantagens e diferenciais para seus clientes.

Neste artigo, você conhecerá 4 dicas de como lidar com a concorrência e aprenderá a destacar o seu negócio no mercado. Continue a leitura!

Como as empresas podem se relacionar com a concorrência?

Para começar, é importante saber como deve ser a relação da sua empresa com os concorrentes. Afinal, ao abrir qualquer tipo de negócio, é preciso avaliar o mercado de maneira geral, considerando tanto o comportamento do seu público quanto o da concorrência.

Nesse sentido, é essencial manter um relacionamento amigável com outros negócios — o que inclui empresas que começaram antes ou que surgiram depois da sua. Afinal, o foco não deve ser a mentalidade de disputa constante, mas saber se diferenciar sem precisar prejudicar o concorrente.

Para as empresas, a concorrência deve funcionar como uma espécie de termômetro do mercado. Afinal, os movimentos dos demais negócios ajudam a refletir a dinâmica do seu setor de atuação.

Logo, no momento de analisar quais são os outros empreendimentos do mesmo mercado que o seu, também é preciso reunir informações para conhecer os pontos fortes e fracos deles. A partir disso, você pode traçar estratégias para trazer um diferencial ao seu serviço ou produto.

 

Qual é a importância de se posicionar adequadamente no mercado?

Além de entender como sua empresa pode se relacionar com a concorrência, é preciso saber a relevância de se posicionar adequadamente no mercado. Isso influenciará a forma como o cliente lembra dos seus produtos ou serviços — o que pode ser decisivo para a fidelização.

Pense em um consumidor que precisa adquirir um item específico. Para tomar uma decisão, ele considera o custo-benefício e as marcas de sua preferência. Logo, para que a sua empresa seja lembrada nessa pesquisa, é fundamental ter uma boa estratégia de posicionamento de mercado.

Dessa forma, as suas soluções aparecerão na primeira posição na mente do consumidor. Para tanto, é imprescindível oferecer um diferencial em relação à concorrência. Isso aumenta as chances de que seus clientes se mantenham fiéis, mesmo que o seu preço não seja o mais baixo do mercado.

 

4 Dicas de como lidar com a concorrência e destacar seu negócio

Agora que você sabe por que é necessário se posicionar adequadamente no mercado, é hora de entender como lidar com a concorrência.

Confira 4 dicas para destacar seu negócio:

 

1. Identifique seus concorrentes

O primeiro passo é conhecer quais são, de fato, seus concorrentes. Isso porque nem todas as empresas que vendem produtos ou serviços semelhantes aos seus são concorrentes diretos.

Por isso, é importante conhecer o seu nicho. Embora duas empresas vendam produtos semelhantes, o público-alvo nem sempre é o mesmo. Considerar essa característica é fundamental para que a empresa siga na direção correta.

Para tanto, pesquise, faça trabalhos de campo e identifique quem são seus principais concorrentes e quais são os seus pontos fortes e fracos. A partir disso, você poderá determinar quais questões desenvolver em sua empresa para se sobressair no mercado.

 

2. Conheça seus clientes

Para vender mais e melhor, você precisa conhecer os seus clientes. Ou seja, é essencial entender seus gostos, preferências e necessidades. Para isso, é interessante identificá-los por meio de estudos que envolvam as opiniões e feedbacks dos consumidores sobre seus serviços ou produtos.

Ainda, vale realizar pesquisas para descobrir características interessantes que podem ajudar a desenvolver estratégias mais direcionadas ao seu público-alvo. Entre os fatores que podem ser considerados, estão:

  • idade média dos consumidores;
  • perfil de quem busca mais por seus produtos ou serviços;
  • meio de comunicação mais utilizado pelo seu público.

Afinal, conhecer quem compra seus produtos ou consome seus serviços é tão importante quanto saber quais são seus concorrentes.

 

3. Utilize técnicas para aprimorar o trabalho

Observar o mercado também é uma forma de identificar formas de melhorar um produto ou processo. Além da análise dos concorrentes, que traz dados abrangentes e complexos, há ferramentas que podem ajudar a sua empresa a ser ainda mais eficiente no trabalho.

Isso pode influenciar, por exemplo, nos prazos para processamento de pedidos, entregas realizadas, prazos para atendimento ao cliente, produtividade e custos do negócio. Consequentemente, a medida afeta a precificação e pode influenciar na atratividade das suas soluções.

Para auxiliar nessa tarefa e colher resultados externos, vale utilizar o benchmarking. Ele consiste em averiguar as práticas que os empreendimentos concorrentes executam em determinados setores. Assim, é possível entender se a sua empresa está no mesmo patamar, acima da média ou se precisa melhorar em algum aspecto.

Se for necessário entender o que precisa ser aperfeiçoado internamente, a análise SWOT pode ajudar. Ela consiste em uma técnica que ajuda a entender quais são os pontos de força, fraqueza, oportunidade e ameaça do seu negócio.

 

4. Agregue valor ao seu negócio

Ao analisar o mercado, você provavelmente notará que ter um bom produto ou serviço e vendê-lo a um preço justo já não é o bastante. É preciso que a sua marca represente um conceito atrativo, tenha um bom posicionamento e resulte em vantagens para o consumidor.

Portanto, é fundamental se questionar:

  • Os produtos ou serviços possuem algum diferencial técnico?
  • Em qual momento da vida do cliente eles se encaixam?

Nesse sentido, descubra qual característica combina mais com suas soluções e invista nesse fator. Dessa forma, o investimento se torna mais estratégico e permite se manter competitivo no mercado.

Se precisar de recursos para destacar aquilo que apenas sua marca pode oferecer aos clientes, você pode contar com o empréstimo peer to peer lending. Essas operações são realizadas entre um investidor que se dispõe a emprestar o dinheiro e uma empresa que precisa do crédito.

Por ser uma alternativa de empréstimo de caráter coletivo, há menos entraves e burocracias. Isso permite que empresas de qualquer porte e segmento tenham facilidade para conseguir os recursos que precisam para se desenvolver.

Com essas 4 dicas, você aprendeu como lidar com a concorrência. Dessa forma, é possível se destacar no mercado e conquistar mais clientes para que o seu negócio cresça e se torne cada vez mais relevante no segmento de atuação.

Sua empresa precisa de capital para fazer investimentos estratégicos e se destacar da concorrência? Então entre em contato com a Peak e conheça nossas soluções!

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Você sabe como calcular o capital de giro do seu negócio? https://peaksep.vexwell.com/voce-sabe-como-calcular-o-capital-de-giro-do-seu-negocio/ https://peaksep.vexwell.com/voce-sabe-como-calcular-o-capital-de-giro-do-seu-negocio/#respond Mon, 08 Aug 2022 20:26:02 +0000 https://www.peakinvest.com.br/?p=3756

Fazer uma boa gestão financeira é essencial para o sucesso de qualquer negócio. Para isso, é preciso ter um bom planejamento e usar ferramentas adequadas para o controle das finanças. Ainda, você deve saber como calcular o capital de giro da sua empresa.

Com esse montante disponível, o empreendimento pode se tornar mais estável financeiramente. Portanto, é importante entender os impactos do capital de giro e saber como obter os recursos monetários com foco nesse objetivo.

Neste artigo, você entenderá o que é e como calcular o capital de giro do seu negócio. Continue a leitura e saiba mais!

O que é e como funciona o capital de giro?

Antes de saber como calcular o capital de giro da sua empresa, é preciso conhecer esse conceito. Trata-se dos recursos financeiros circulantes no negócio, independentemente do porte dele. Esse dinheiro serve para garantir que a empresa consiga honrar com seus compromissos e manter sua operação viável.

Assim, o capital de giro ajuda a manter a saúde financeira do empreendimento. Nesse sentido, o montante deve existir antes mesmo de a empresa começar suas atividades no mercado. Afinal, ela precisará desse dinheiro para funcionar de maneira sustentável e quitar suas obrigações desde o início.

Além disso, os recursos podem ser representados por dinheiro em espécie, assim como podem estar disponíveis em sua conta corrente ou em investimentos de alta liquidez.

Vale ressaltar que o conceito não deve ser confundido com o fluxo de caixa. Essa ferramenta é responsável por monitorar as entradas e saídas financeiras, garantindo mais previsibilidade para as finanças da empresa. Portanto, não se trata de uma reserva de recursos.

Como calcular o capital de giro do seu negócio?

Após entender o que é capital de giro, é hora de aprender a calculá-lo corretamente. Para isso, existe uma fórmula que indica o montante disponível para a empresa, considerando os fatores de maior impacto para o negócio.

Veja como funciona:

Capital de giro = Ativos circulantes – Passivos circulantes

Os ativos circulantes representam todos os ativos que podem ser transformados em dinheiro. Logo, a classificação inclui contas a receber, aplicações financeiras, fundo de caixa e estoque.

Já o passivo circulante são as saídas ou débitos. Dessa forma, a categoria inclui todas as contas a pagar, o que envolve os pedidos realizados junto aos fornecedores, empréstimos e financiamentos.

Se o resultado for positivo, significa que os ativos superam os passivos e a empresa teria recursos disponíveis, mesmo após quitar suas obrigações financeiras. Já um resultado negativo pode ser um sinal de atenção, demonstrando que os compromissos superam a disponibilidade de recursos.

Como os passivos e ativos circulantes podem mudar conforme os resultados do negócio, o cálculo deve ser feito periodicamente. Dessa maneira, é possível ter dados atualizados para identificar a situação financeira da empresa e embasar a tomada de decisão nesse sentido.

Por que o capital de giro é importante?

Como você viu, o capital de giro é essencial desde a abertura da empresa. Afinal, ele envolve os recursos que permitem a quitação de obrigações mesmo quando o empreendimento ainda não tem clientes ou não fatura o suficiente.

A reserva também é importante para a organização financeira do seu negócio. Ela garante a disponibilidade de recursos para fazer investimentos quando necessário, mesmo se a empresa já está posicionada no mercado. Isso porque é possível se deparar com períodos de baixa nas vendas.

O capital de giro ainda desempenha um papel fundamental no planejamento empresarial. O principal motivo é o fato de que esse montante permite que você trace estratégias de crescimento mais eficientes.

Além da organização financeira, vale saber que essa reserva é importante para o controle de riscos do empreendimento. Para entender melhor, suponha que, no mês passado, a empresa fez mais vendas parceladas que o comum.

Nesse caso, os pagamentos dos clientes não serão realizados imediatamente. Logo, o dinheiro não ficará disponível rapidamente. Então a empresa precisará aguardar os prazos de pagamentos para ter acesso aos recursos.

Porém, sem esse capital em mãos, sua empresa pode atrasar pagamentos e ter sua operação comprometida. Contudo, se a companhia tiver uma reserva, é possível arcar com seus compromissos e reduzir as chances de endividamento — sem precisar deixar de parcelar as compras de clientes.

Portanto, o capital de giro é bastante relevante para a saúde financeira do empreendimento no longo prazo, ajudando a garantir a manutenção das operações e evitar a inadimplência do negócio.

Como conseguir capital de giro?

Devido à importância do capital de giro para o bom funcionamento das empresas, é preciso conhecer formas de conseguir recursos para potencializar esse montante.

Confira as principais alternativas!

1. Novos investimentos dos sócios

Fazer investimentos no negócio é uma das principais formas de conseguir capital de giro. Nesse sentido, uma possibilidade envolve os sócios realizarem novas contribuições para o caixa da empresa. Isso aumenta os recursos disponíveis. No entanto, essa decisão exige disponibilidade financeira dos sócios — e nem sempre é viável.

2. Negociação de dívidas

Também é possível usar a negociação de dívidas para conseguir capital de giro. A prática não gera novos recursos para o caixa da empresa. Entretanto, ela permite a redução dos passivos não circulantes. Consequentemente, a necessidade de capital de giro diminui.

Então vale adiantar os pagamentos, negociar taxas de juros ou buscar novos prazos quando for possível. Essa possibilidade também é válida em caso de inadimplência de clientes. Nesse caso, combinar novas condições de pagamento evita que atrasos prejudiquem o caixa do empreendimento.

3. Empréstimo

Outra possibilidade para obter crédito é contar com o empréstimo — como a modalidade peer to peer (P2P) lending. Esse tipo de operação é realizado entre duas pessoas: o investidor que disponibiliza os recursos para rentabilizar o seu capital e uma empresa que precisa do crédito.

Por meio de um empréstimo de caráter coletivo, investidores e tomadores de crédito podem realizar as operações com menos entraves e burocracias. Esse processo permite que os negócios consigam o dinheiro com maior facilidade para aplicar as estratégias desejadas, usufruindo de taxas mais atrativas e justas.

Agora você sabe como calcular o capital de giro do seu negócio. Lembre-se de que essa tarefa é essencial para manter a saúde financeira da empresa no longo prazo. Se você perceber que precisa dispor de mais recursos, considere recorrer a soluções menos burocráticas, como o empréstimo P2P. Precisa de recursos para sua empresa?

Conheça a Peak Invest e entenda como obter crédito!

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Crédito para Startups na Peak Invest – Entenda a importância de investir em seu crescimento https://peaksep.vexwell.com/credito-para-startups-na-peak-invest/ https://peaksep.vexwell.com/credito-para-startups-na-peak-invest/#respond Thu, 24 Mar 2022 18:22:31 +0000 https://www.peakinvest.com.br/?p=3565 Entendendo a fase inicial de uma Startup

O termo Startup, do inglês “empresa iniciante” ou “começar”, é uma empresa em fase inicial de negócios. Para ganhar o seu espaço, trabalha em cima de projetos promissores, ligados à tecnologia, pesquisa e/ou desenvolvimento de ideias e soluções inovadoras. A intenção é que este modelo de negócio atinja e beneficie vários clientes, ao mesmo tempo em que entregue um retorno lucrativo.

Para dar início às atividades, essas pequenas empresas buscam novas oportunidades de investimentos para se manterem ativas e, com o tempo, crescerem no mercado.

Fases de financiamento

Pensando no crescimento a médio e longo prazo de uma startup, é importante saber quais são as modalidades mais comuns e qual delas é a mais apropriada para o estilo de negócio.

O capital usado, além do próprio dinheiro do empreendedor, pode vir de diferentes fontes. Conheça as principais:

Investidor-anjo

Especializado em apoiar projetos em fase inicial. Experiente, bem-sucedido e confiante e entende as tendências e oportunidades do mercado. O papel do anjo é ajudar o empreendedor com investimento e muitas vezes contribuir para o crescimento de negócio de maneira consultiva ou se utilizando de influência dentro do mercado que a startup pode estar inserida para abrir novas “portas”.

Equity Crowdfunding

É o mecanismo de financiamento online em startups. Essa iniciativa ocorre a partir da colaboração de um grupo de investidores que aportam seus recursos em troca de uma participação societária na empresa, ou de títulos conversíveis de dívida que, no futuro, podem ser convertidas em participação societária (equity) da empresa investida.

Venture Capital

É uma modalidade de investimento na qual os recursos são aplicados em empresas, através de um fundo de investimento ou um fundo acelerador de empresas com expectativas de crescimento rápido e rentabilidade alta em uma possível venda da empresa/startup.

Solicitação de Crédito para startups na Peak Invest

O objetivo da Peak Invest é desburocratizar a solicitação de crédito para pequenas e médias empresas. Nossa missão é oferecer taxas de juros mais justas para as empresas e mais atrativas para os investidores. De forma criativa e simplificada, criamos uma rede de investidores inovadores que financiam empresas em busca de crescimento.

  1. Acesse a Simulação de Empréstimos da Peak Invest clicando aqui e preencha o cadastro com os dados da empresa e o valor de crédito solicitado;
  2. O nosso robô de crédito irá analisar a natureza jurídica, Cnae, data de fundação, protestos e faturamento;
  3. As empresas pré-aprovadas enviam documentação completa
  4. Fazemos a análise de crédito criteriosa, utilizando fontes tradicionais e inovadoras;
  5. As empresas aprovadas no Comitê de Crédito são apresentadas na plataforma da Peak Invest;
  6. Os investidores analisam as informações sobre as empresas e fazem suas reservas de investimento;
  7. Após as empresas serem financiadas, os investidores realizam as transferências dos recursos;
  8. Iniciamos o processo de formalização da operação via Peak SEP – Instituição Financeira Bacen;
  9. A Peak SEP emite a CCB e libera os fundos para a empresa. Nesse momento, também é emitido o Instrumento de Vinculação, que é o comprovante dos Investidores;
  10.  Empresa tomadora realiza pagamentos mensais e o investidor recebe o retorno do investimento.

Crédito de Startups na Peak Invest

De acordo com dados da Fundação Kauffman, as startups são responsáveis pela criação de mais de 50% dos empregos em todo mundo. Além disso, a pesquisa ainda destaca a atuação dessas empresas.

Com a ajuda da tecnologia, a expansão das startups não é restrita apenas à área em que está localizada. Muitas soluções são globais e atendem a diversos públicos. Assim, a movimentação econômica gerada pelas startups é ao redor do mundo, colocando as pequenas empresas no radar de profissionais, investidores e usuários de todos os segmentos.

Dentro do mercado financeiro, de um lado, pessoas e empresas precisam de crédito acessível. Do outro, investidores buscam opções para a diversificação da sua carteira e aumento da rentabilidade.

Entendemos a importância dessas startups de garantirem o seu financiamento para gerenciar novas ideias e garantir um futuro melhor para a sociedade como um todo. A Peak Invest existe para, através da tecnologia, know-how e credibilidade, transformar estas necessidades mútuas entre empresa-investidor em oportunidades seguras de crescimento.

Financie o seu crédito com a Peak Invest através da Solicitação de Crédito e veja as condições disponíveis para a sua empresa.

[Saiba mais: Descubra qual tipo de startup você é com a Peak Invest!]

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Crédito com garantia de Bitcoin e outras criptomoedas https://peaksep.vexwell.com/credito-com-garantia-de-bitcoin/ https://peaksep.vexwell.com/credito-com-garantia-de-bitcoin/#respond Mon, 22 Nov 2021 21:30:15 +0000 https://www.peakinvest.com.br/?p=3268

Peak SEP é especializada em operações de crédito, conectando investidores à empresas que precisam de empréstimo. E para realizar a concessão desse crédito, garantias são necessárias para a segurança dos investidores.  

As garantias podem ser complementares, ou seja, são adicionais uma à outra. Nas operações apresentadas pela Peak, as empresas minimamente apresentam garantia de aval dos sócios e avalistas, que podem se somar a outras, como; recebíveis decorrentes de “duplicatas”, recebíveis de vendas de “cartão de crédito”, contratos performados ou performando, aplicações financeiras e uma nova possibilidade, a garantia de Criptomoedas, entre outros.  

Quando é utilizada garantias conhecidas com “reais”, temos como principal vantagem para o tomador de crédito o acesso a taxas de juros mais acessíveis e adequadas ao risco de crédito, além de que agilizar o processo da tomada de capital. Mesmo no caso de clientes com restrições nos órgãos de proteção ao crédito. Já para o credor/investidor, a principal vantagem é a segurança, visto que a garantia pode ser executada em caso de inadimplência a operação, ou seja, caso o tomador não pague. 

Nesse último mês lançamos a possibilidade de operação com garantia de Criptomoedas, nesse momento somente o Bitcoin (BTC) é aceito, muito por conta de sua grande liquidez e maior segurança.  

Como funciona a custódia de Ativos e Criptomoedas

A custódia das garantias é responsabilidade da Peak Invest, que atua como Fiel Depositário, cuidando das garantias até que a operação de crédito seja concluída.  

No caso das criptomoedas, a Peak busca seguir as melhores práticas do mercado, uma vez que entende que é uma custódia muito sensível e uma das partes mais cruciais da operação. As Bitcoins ficarão sob responsabilidade de uma plataforma de custódia de criptoativos, onde a Peak mantém uma carteira controlada com todos os ativos usados como garantia nas operações de crédito. Adicionalmente, tem-se contratado um seguro, configurando uma camada adicional de segurança para guarda dos ativos.  

Como funciona o empréstimo com garantia de Bitcoin  

Tendo em vista que a Peak SEP é uma instituição financeira regulada pelo Banco Central do Brasil, ou seja, tudo 100% em compliance e respeitando as boas práticas do Sistema Financeiro Nacional, o empréstimo será formalizado através de uma “Cédula de Crédito Bancário” (CCB), registrado no sistema financeiro e um “Instrumento Particular de Alienação Fiduciária em garantia”.  

O tomador do crédito coloca seu BTC em garantia e recebe 50% do valor da garantia em até 2 dias úteis após a formalização. Somente quando seu empréstimo for quitado a Peak, devolverá seu BTC, exatamente de acordo com as condições acordadas, ou seja, é uma ótima oportunidade de captar recursos sem precisar se desfazer de seus ativos.  

E se o valor da criptomoeda diminuir?  

Primeiramente, é necessário entender o significado do indicador Loan-to-value (LTV).  Esse indicador determina o valor limite do empréstimo com garantia, ou seja, quanto do valor de avaliação será concedido como crédito na operação. Algumas instituições chamam o LTV de rácio financeiro ou de quota de financiamento.  

Aqui dentro da Peak, a garantia da Bitcoin deverá sempre respeitar o LTV de 50% previsto no fechamento e formalização da operação. Em último caso, e ocorrer do LTV da garantia dada ter uma diminuição de 50%, há a possibilidade de liquidação da garantia. Esse é um mecanismo de proteção em função da volatilidade da Bitcoin. Caso isso não ocorra, para reequilibrar o LTV, a Peak Invest fará uma chamada de margem, dando três opções ao cliente:  

1. Realizar pagamento parcial ou quitar o empréstimo;  

2. Alocar mais garantias;  

3. Vender as Bitcoins para quitar o saldo devedor.  

Nos casos 1 e 2, o cliente tem dois dias úteis para realizar a ação, então, nós daremos o aviso antes, ninguém é pego de surpresa.  

Quais as vantagens da garantia com criptoativos 

  • Implicações práticas do LTV em empréstimos com garantia:  
  • Melhora as condições contratuais do empréstimo;  
  • Reduz o risco de inadimplência;  
  • Atribui taxas de juros inferiores a outras modalidades;  
  • Acompanha a volatilidade do mercado. 

 

Mais do que o crédito utilizando bitcoin como garantia, é importante lembrar que os investimentos em criptomoedas, já ganharam espaço em muitas carteiras e já são parte do mercado financeiro mais tradicional. Todos falam, comentam, compram, vendem, especulam, mas seguirá sendo uma realidade dentro do universo de ativos financeiros. 

A Peak, seguirá desenvolvendo novos produtos e serviços financeiro. Desejamos expandir e garantir condições ainda mais vantajosas para os nossos clientes.  

Você também pode fazer parte dessa história! Acesse nossa plataforma e saiba mais como a Peak Invest pode te ajudar a alavancar seus objetivos e metas!    

 

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O que é Open Banking? https://peaksep.vexwell.com/o-que-e-open-banking/ https://peaksep.vexwell.com/o-que-e-open-banking/#respond Wed, 25 Aug 2021 20:51:59 +0000 https://www.peakinvest.com.br/?p=3192

 

Já ouviu falar no Open Banking? Entenda melhor como funciona o sistema bancário aberto e quais vantagens ele pode trazer para clientes e empresas!

O Open Banking tem sido visto como uma das maiores revoluções do sistema financeiro. Com um grande potencial de gerar importantes inovações no mercado, o sistema financeiro aberto dará maior autonomia aos usuários, posicionando o consumidor no centro dos processos.

Que tal entender melhor sobre o Open Banking e descobrir o impacto que ele pode ter na sua vida? Continue a leitura e saiba mais!

O que é open banking?

Também conhecido como sistema financeiro aberto, o Open Banking é uma iniciativa do Banco Central para gerar uma série de tecnologias e regras para possibilitar que clientes de serviços e produtos financeiros possam compartilhar suas informações com diferentes instituições autorizadas pelo Banco Central.

O princípio básico é que o usuário se torna realmente o dono de seus próprios dados, podendo compartilhar com qual instituição desejar. Assim, ele se torna o centro de todos os processos gerenciados pelas instituições financeiras.

Como funciona o sistema bancário hoje?

Hoje, as informações que o cliente tem em uma instituição financeira ficam “presas” nela, de modo que não é possível compartilhar esses dados com outras empresas, caso precise obter crédito para empréstimos e financiamentos, por exemplo. 

No sistema atual, suas informações bancárias e seu relacionamento com a sua instituição financeira, não podem ser vistas por outras instituições. Com isso, elas não podem garantir boas ofertas para o cliente cujo histórico elas desconhecem; logo, não sabem se é um bom pagador.

Qual a proposta do open banking?

A ideia do Open Banking é propor soluções e diretrizes para dar mais poder aos clientes sobre seus dados. Afinal, as informações são do correntista, cliente do banco e não do banco em que ele tem conta. Assim, o sistema aberto quebra essas barreiras permitindo que o cliente possa escolher a instituição que terá acesso aos seus dados a fim de garantir melhores condições ou mesmo serviços personalizados para cada perfil e produto financeiro.

A implementação do Open Banking  será feita em 4 fases, e já estamos avançando na disponibilização do sistema. Conheça melhor como funciona cada passo.

Fase 1 — 1º de fevereiro de 2021

Na primeira fase, as instituições financeiras participantes começam a fornecer ao público dados padronizados sobre seus serviços, produtos e canais de atendimento. Assim, já será possível comparar as ofertas para que o usuário possa escolher as opções mais condizentes com seu perfil. Nesta fase, o compartilhamento de dados ainda não está liberado.

Fase 2 — 13 de agosto de 2021

A partir desta etapa, os clientes já podem solicitar que seus dados sejam trocados entre as instituições. Desta forma, com a autorização do usuário, as informações sobre transações de contas, cartão de crédito e outros produtos podem ser compartilhados. Isso para que a “nova” instituição financeira possa ter acesso e consiga analisar o histórico do cliente.

Fase 3 — 30 de agosto de 2021

Com a terceira fase, o compartilhamento de serviços de iniciação de pagamentos e encaminhamento de propostas para crédito são liberados. Assim, o acesso a diferentes produtos e serviços financeiros é facilitado. Como a liberação de recursos entre outros serviços que ficarão disponíveis aos poucos.

Fase 4 — 15 de dezembro de 2021

Passam a ser compartilhadas — sempre com a autorização do cliente — informações sobre o restante dos serviços financeiros, como seguros, previdência, investimentos, entre outros.

Qual o impacto na vida dos clientes e empresas?

O Open Banking traz ao usuário uma autonomia sem precedentes. Com o compartilhamento de dados, o cliente não precisa ficar preso a uma única instituição, e pode montar seu próprio banco com serviços e produtos altamente personalizados. Além disso, com um conhecimento mais amplo sobre os clientes, as instituições poderão fornecer as melhores condições de crédito.

Como a Peak se posiciona nesse cenário?

A Peak sempre buscou diversas fontes de dados na automação da análise de crédito. Com o Open Banking reforçamos o compromisso da utilização de tecnologia e dados em favor dos nossos clientes. As informações são importantes para personalizarmos o crédito de acordo com o perfil de cada cliente.

“Falando de tecnologia, o Brasil possui um dos sistemas bancários mais evoluídos do mundo e a abertura desse sistema, além de democratizar o acesso ao crédito, melhora a experiência do usuário com a redução do tempo gasto entre a solicitação e a liberação do empréstimo.” Cita, Diego Pereira, CTO e Cofundador da Peak Invest”

O Open Banking se insere entre uma das maiores inovações promovidas pelo Banco Central, gerando mais competitividade no mercado e muitos benefícios para empresas e clientes.

E você, o que está achando dessa revolução? Deixe seu comentário!

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