bruno.giusti – Peak SEP https://peaksep.vexwell.com Empréstimo para empresas, investimentos para todos. Fri, 08 Sep 2023 19:02:38 +0000 en-US hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9.4 https://peaksep.vexwell.com/wp-content/uploads/2022/09/ico-150x150.ico bruno.giusti – Peak SEP https://peaksep.vexwell.com 32 32 Personal Banker: 6 dicas para se destacar na carreira! https://peaksep.vexwell.com/personal-banker-6-dicas-para-se-destacar-na-carreira/ https://peaksep.vexwell.com/personal-banker-6-dicas-para-se-destacar-na-carreira/#respond Fri, 08 Sep 2023 18:51:01 +0000 https://www.peakinvest.com.br/?p=5182 Com a aplicação do open banking no Brasil, a profissão de personal banking ganhou destaque no
mercado. Afinal, esse sistema bancário permite que os clientes compartilhem suas informações
financeiras entre as instituições, abrindo diversas oportunidades. Nesse cenário, o personal banker é um aliado de pessoas físicas e jurídicas para encontrar as melhores soluções do mercado. Assim, o profissional proporciona maior liberdade aos consumidores, fazendo a área ser cada vez mais procurada pelos usuários do sistema financeiro. Quer saber como ganhar destaque na carreira de personal banker? Acompanhe este post e conheça 6 dicas para ter sucesso na profissão!

O que faz o personal banker?

O personal banker é um profissional autônomo que realiza um trabalho de curadoria, ajudando clientes a encontrarem as soluções mais adequadas do mercado financeiro. Ele é capacitado para orientar o consumidor sobre as ofertas de seguros, créditos, investimentos, consórcios e outras opções. Nesse caso, o personal banker utiliza a plataforma de bancos digitais e outras instituições financeiras como seu portfólio, sendo que a parte operacional será realizada pelo parceiro. Dessa maneira, é comum que ele não tenha vínculo somente com uma instituição financeira.

Entre as atribuições desse profissional estão:
● prospectar clientes;
● auxiliar a abertura e gerenciamento de contas bancárias;
● ajudar na decisão sobre o melhor produto ou serviço;
● encaminhar dos usuários para especialistas, sempre que necessário;
● esclarecer dúvidas;
● orientar sobre os produtos financeiros e investimentos.

Quais as oportunidades que essa profissão oferece?

Entendendo o que é um personal banker, é possível que você tenha dúvidas se essa carreira pode ser interessante. Portanto, é preciso esclarecer esses questionamentos para conhecer as oportunidades da profissão.
Para começar, por ser uma ocupação autônoma, você tem a liberdade para escolher quando e onde trabalhar. Ou seja, é possível ter flexibilidade de horários e uma rotina personalizada. Ademais, você é o seu próprio chefe e pode realizar o trabalho da forma que julga melhor para o seu negócio.

Outro ponto importante se refere à remuneração, que é comissionada. Ou seja, você ganha uma porcentagem em cima de cada negócio fechado, podendo fazer o seu próprio salário. Com isso, pessoas que gostam de vender podem obter bons rendimentos.
Como o profissional deve ter grande experiência no sistema financeiro, a profissão de personal banker pode ser uma oportunidade para ex-funcionários de instituições bancárias ou pessoas que queiram migrar para a carreira autônoma, por exemplo.

6 Dicas para se destacar e ter sucesso como Personal Banker

Agora que você já sabe as principais oportunidades da profissão, é o momento de descobrir as 6 dicas para se destacar como personal banker. Dessa forma, você pode obter o sucesso que tanto almeja na carreira.

1. Pratique educação continuada

A educação continuada consiste na prática de buscar aprendizado constantemente. Assim, mesmo após a formação profissional, é interessante continuar estudando para se aprimorar. Isso porque estudar não se limita a trazer qualificação para a área de atuação, mas também traz outras vantagens.

Alguns exemplos são:
● melhora o vocabulário;
● fornece argumentos para a negociação;
● desenvolve o centro crítico;
● amplia o campo de visão sobre o mundo e a sociedade.
Ao se capacitar, você passa mais autoridade para as pessoas e, consequentemente, confiabilidade. Logo, os clientes satisfeitos recomendam o seu trabalho para outros, aumentando a sua cartela e gerando mais receita.

2. Faça networking

O networking é a sua rede de contatos profissionais, que pode ser construída em conversas formais ou, até mesmo, informais. Dessa maneira, quanto maior ele é, mais oportunidades você tem no mercado. Embora muitas pessoas tenham resistência em fazer networking, seja por introversão ou outro motivo, é preciso construí-lo. Para isso, você pode frequentar eventos, como feira de negócios, cursos, palestras e outros locais que pessoas da mesma área estarão.

3. Tenha um planejamento

Por ser um trabalho autônomo, o personal banker não tem uma chefia para cobrar metas. Isso pode ser positivo, pois reduz a pressão no dia a dia, há maiores chances de distração e improdutividade. Por esse motivo, é importante ter um planejamento, estabelecer objetivos e executar ações para alcançá-los. Além disso, você deve ter disciplina para manter o foco e a produtividade a fim de alcançar destaque na carreira.

4. Seja proativo(a)

Como a atuação do personal banker é de consultoria, a proatividade é essencial para o sucesso da profissão. Logo, é necessário buscar as melhores soluções financeiras para os clientes, mesmo quando o problema deles ainda não são tão evidentes. Para isso, tente entender a situação do seu cliente, seja pessoa física ou jurídica, se mostre interessado em ajudar e faça sugestões, caso tenha abertura. Desse modo, você se destaca dos profissionais que não apresentam essa proatividade no atendimento ao consumidor.

5. Tenha uma boa comunicação

Além de proatividade, uma boa comunicação é indispensável para o personal banker. Afinal, é preciso se fazer entender para passar autoridade e confiança. Nesse sentido, o primeiro passo é saber se expressar com objetividade e flexibilidade. Você precisa ser claro e se adequar à linguagem da pessoa com quem está conversando. Por exemplo, se o seu cliente é um indivíduo de linguajar simples, é necessário se comunicar de forma acessível para se conectar com ele. Caso contrário, você se distancia do cliente, pois há maiores chances de ele não entender as suas explicações e orientações.

6. Tenha parceiros de sucesso

Como você viu, o trabalho do personal banker inclui lidar com diversas instituições financeiras. Nesse sentido, vale a pena ter parceiros sólidos no mercado, porque isso ajuda na sua credibilidade e sucesso na carreira.
A Peak Invest, por exemplo, é uma fintech de crédito que conecta investidores a empresas e operações de crédito estruturadas, como Home Equity, Financiamento de Máquinas e Equipamentos, entre outros. Desse modo, ela contribui para o maior alcance de uma economia colaborativa e atrai diversos interessados nas soluções ofertadas.
Ao ser um parceiro da Peak Invest, você permite que as empresas que são suas clientes tenham acesso à captação de recursos por meio da plataforma de operações P2P Lending. Dessa forma, o negócio pode utilizar o capital para financiar seus projetos de desenvolvimento e expansão.
Neste conteúdo, você descobriu as oportunidades para personal banker e 6 dicas para se destacar nessa carreira. Agora, basta colocar as orientações em prática para buscar se tornar um profissional de sucesso e reconhecimento!
Gostou da possibilidade de ser um parceiro Peak Invest? Acesse a nossa página e entenda como fazer isso!

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Rodada de investimentos: o que é e como funciona https://peaksep.vexwell.com/rodada-de-investimentos-o-que-e-e-como-funciona/ https://peaksep.vexwell.com/rodada-de-investimentos-o-que-e-e-como-funciona/#respond Thu, 31 Aug 2023 19:20:39 +0000 https://www.peakinvest.com.br/?p=5164 Investir com sabedoria é fundamental para construir um portfólio financeiro sólido e aproveitar as oportunidades de crescimento. Quando se trata de investir em empresas em expansão e precisando de capital de giro, entrar em uma rodada de investimentos, onde você irá financiar operações de crédito. Pode ser uma jogada estratégica para impulsionar e diversificar seus investimentos. Quer entender como essa dinâmica pode beneficiar você como investidor? Continue lendo para descobrir mais sobre as rodadas de investimentos e como elas podem ser uma excelente opção para ampliar seu portfólio.

O Conceito de Rodada de Investimentos

Uma rodada de investimentos se refere ao processo pelo qual empresas buscam captar recursos para impulsionar seu crescimento, e também, operações de crédito estruturadas com diferente colaterais como garantia. Como investidor, você tem a oportunidade de se tornar parte do sucesso dessas empresas ao fornecer capital para apoiar suas operações e expansão. Nesse contexto, tanto investidores comuns quanto investidores profissionais interessados podem participar. E o principal, antes de iniciar qualquer investimento, é extremamente importante identificar o seu perfil de risco e objetivos.

O Fluxo da Rodada de Investimentos

O processo de uma rodada de investimentos começa com os empreendedores apresentando seus projetos e planos de utilização do capital arrecadado. Sua função como investidor é analisar essas oportunidades, decidir onde alocar seus recursos e com qual valor. Antes de investir, você terá acesso as principais informações do negócio, como: setor de atuação, faturamento, score, endividamento SCR (Sisbacen – Banco Central do Brasil), um resumo sobre a empresa, como ela atua, principais clientes, entre outras informações. E no caso das operações de investimento com garantias reais, também temos todo o descritivo.

É crucial compreender que a participação em uma rodada de investimentos difere de um empréstimo tradicional. Quando você investe, está compartilhando dos riscos e recompensas de seu crescimento, até por isso o P2P Lending possui taxas de retorno acima do praticado no mercado. Esse capital é direcionado para expandir as operações das empresas. É possível ter acesso a investimentos estruturados com garantias reais e adicionais, como garantia de aplicação financeira, garantia de imóvel, garantia de máquinas e equipamentos, crédito consignado, entre outros.

Se você está interessado em explorar novas maneiras de expandir seus investimentos, a Peak Invest é uma plataforma digital que conecta investidores a empresas em busca de capital. Através do modelo peer to peer lending, você pode contribuir com recursos diretamente para empresas em crescimento. Essa modalidade oferece uma oportunidade única de diversificação e crescimento potencial.

A jornada do investidor na Peak

Primeiro o investidor com o cadastro completo, faz a sua “intenção de investimento”, ou seja, você faz uma reserva da cota que deseja investir em determinada empresa.

Após a rodada estar finalizada, nosso sistema envia um e-mail com a solicitação da transferência do recurso investido na rodada. A transferência deve ser realizada através de qualquer conta tendo o CPF ou CNPJ do investidor como titular. As transferências são realizadas via TED ou PIX.

Seu investimento irá para fase de formalização, que é um dos momentos mais importantes do processo de concessão de crédito e elaboração de um documento concreto de cobrança, a Cédula de Crédito Bancário (CCB). Em seguida, o comprovante de investimento é emitido e disponibilizado em PDF na dashboard das operações investidas.

O prazo da operação é igual ao número de parcelas que a empresa ou tomador irá pagar, ou seja, se será pago em 24 vezes, o investidor receberá o total em 24 parcelas. Lembrando que há a possibilidade do tomador quitar o empréstimo de forma antecipada, realizando a operação trazendo a valor presente.

Os retornos são mensais, assim que o tomador paga a parcela do empréstimo (na data de vencimento, sem atrasos), o investidor recebe o repagamento em até dois dias úteis. O valor estará disponível na Conta Peak (Carteira Digital do Investidor) para reinvestimento ou saque para conta externa cadastrada.

Continue a Aprender e Expandir

Aprofunde seus conhecimentos sobre investimentos acompanhando o blog da Peak Invest. Mantenha-se atualizado sobre tendências, estratégias e oportunidades para maximizar seu potencial como investidor. O aprendizado contínuo é a chave para fazer escolhas financeiras informadas e bem-sucedidas.

Se você está interessado em explorar novas maneiras de expandir seus investimentos, a Peak Invest é uma plataforma digital que conecta investidores a operações de crédito. Através do modelo peer to peer lending, você pode contribuir com recursos diretamente para empresas em crescimento. Essa modalidade oferece uma oportunidade única de diversificação e crescimento potencial.

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Plataforma White Label: Descubra as Soluções de Banking as a Service personalizadas para o seu negócio https://peaksep.vexwell.com/plataforma-white-label-descubra-as-solucoes-de-banking-as-a-service-personalizadas-para-o-seu-negocio/ https://peaksep.vexwell.com/plataforma-white-label-descubra-as-solucoes-de-banking-as-a-service-personalizadas-para-o-seu-negocio/#respond Mon, 31 Jul 2023 17:54:28 +0000 https://www.peakinvest.com.br/?p=5135 O mercado financeiro está em constante evolução, e para acompanhar essa transformação, as empresas precisam encontrar maneiras inteligentes de fornecer serviços financeiros de qualidade sem investir em tecnologia própria. É aí que entram as soluções de Banking as a Service (BaaS) da Peak, uma instituição financeira que possui toda a infraestrutura de tecnologia e regulatória junto ao Banco Central do Brasil, para oferecer uma plataforma customizada para a gestão completa do ciclo de crédito.

O que é Banking as a Service e como a Peak pode ajudar o seu negócio?

O conceito central por trás das soluções de Banking as a Service é oferecer uma abordagem “white label”, onde uma fintech como a Peak desenvolve uma plataforma financeira completa e pronta para ser incorporada por outras empresas. A “etiqueta branca” nesse contexto significa que a empresa contratante pode inserir sua própria marca nos serviços, proporcionando uma experiência perfeita para seus clientes.

Ao escolher as soluções de BaaS da Peak para o seu negócio, você pode contar com uma gama de serviços financeiros prontos para uso, incluindo pagamentos, recebimentos, transferências, conciliações bancárias e muito mais. Seus clientes continuarão interagindo com a sua marca em todas as etapas do processo, mantendo a confiança e fidelidade que já possuem.

Vantagens de optar pelas soluções de BaaS:

  1. Aumento do lucro: Com a implementação de uma nova fonte de receita, você pode potencializar os ganhos do seu negócio. Utilizando soluções de crédito desenvolvidas pela Peak, por exemplo, você pode impulsionar o seu modelo de negócio oferecendo serviços financeiro;
  2. Foco no seu cliente: Ao oferecer serviços financeiros desenvolvidos por especialistas, você garante uma experiência mais satisfatória para seus clientes. Além disso, com as atualizações e manutenção da plataforma a cargo da Peak, você pode concentrar-se em aprimorar o atendimento ao cliente e fortalecer o relacionamento com seus consumidores;
  3. Economia de tempo: Com uma solução pronta, testada e validada, você evita meses de desenvolvimento e testes, otimizando o tempo e para focar em outras áreas estratégicas do seu negócio.
  4. Solução personalizada: Ao contratar as soluções de BaaS da Peak, você terá um parceiro de negócio, que apoia seu “business plan” e te ajuda a criar a melhor solução para os seus clientes. Tudo com muita clareza dos custos envolvidos, evitando surpresas não planejadas.

A amplitude de soluções oferecidas por uma Plataforma BaaS:

As soluções da Peak abrangem uma variedade de serviços financeiros para atender às necessidades de diferentes perfis de clientes e negócios. Algumas das soluções oferecidas incluem:

  • Bancarização de operações de crédito;
  • Emissão de títulos de crédito, como CCB;
  • Score de crédito e endividamento SCR;
  • Títulos de investimento;
  • Split de pagamentos:
  • Conciliação de pagamentos;
  • Envio de boletos;
  • Cobrança automatizada;
  • E muitas outras opções.

Quando optar pela plataforma White Label?

Se o seu negócio oferece produtos ou serviços financeiros e está buscando expandir, mas enfrenta desafios como falta de conhecimento técnico para desenvolver serviços financeiros, restrição de orçamento para contratar e manter uma equipe de desenvolvimento, falta de tempo para lidar com o desenvolvimento interno ou desejo de se concentrar em seu core business sem se preocupar com questões financeiras, então é o momento ideal para considerar a terceirização com a Peak BaaS.

Escolha a Peak BaaS para o sucesso do seu negócio

Investir em soluções de BaaS é uma decisão estratégica que impactará diretamente o seu negócio. Portanto, é essencial escolher uma parceira confiável e comprovada no mercado, e principalmente, que possua a estrutura de tecnologia e regulatória que possa atender sua demanda. Faço uma escolha inteligente para impulsionar o seu negócio rumo ao sucesso.

Não perca tempo, entre em contato conosco e conheça mais sobre as soluções de Banking as a Service da Peak. Simplifique a gestão financeira do seu negócio com a nossa tecnologia de ponta e expertise no mercado financeiro. Estamos prontos para ser o seu parceiro de confiança em todos os passos do seu crescimento.

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Investimentos Alternativos em Crédito Privado: Diversificando sua Carteira em um período de queda da Taxa Selic https://peaksep.vexwell.com/investimentos-alternativos-em-credito-privado-diversificando-sua-carteira-em-um-periodo-de-queda-da-taxa-selic/ https://peaksep.vexwell.com/investimentos-alternativos-em-credito-privado-diversificando-sua-carteira-em-um-periodo-de-queda-da-taxa-selic/#respond Thu, 27 Jul 2023 20:55:29 +0000 https://www.peakinvest.com.br/?p=5125 Com a taxa Selic em constante movimento, é importante estar preparado para os possíveis cenários de queda que podem ocorrer nos próximos meses. A taxa Selic, sendo a taxa básica de juros da economia, influencia diretamente as remunerações de investimentos em renda fixa, como títulos públicos e privados, além de afetar as taxas de empréstimos e financiamentos.

Diante desse contexto, surge a dúvida: onde investir em renda fixa durante um período de previsão de queda da taxa Selic? Uma alternativa interessante é explorar os investimentos alternativos em crédito privado, como o P2P Lending oferecido pela Peak Invest.

Antes de mergulharmos nessa opção de investimento, é importante entender o funcionamento da taxa Selic. Criada em 1979 pelo Banco Central, a Selic é definida pelo Comitê de Política Monetária (Copom) em reuniões periódicas. Ela serve como referência para todas as outras taxas do mercado, impactando diretamente as operações financeiras e investimentos. Por isso, é essencial acompanhar suas variações para tomar decisões adequadas.

Investimento alternativo considerado como renda fixa e taxas pré-fixadas

Quando ocorre uma redução da taxa de juros determinada pelo Copom, os investimentos em renda fixa que estão atrelados à Selic ou ao CDI passam a oferecer menor remuneração. Títulos do Tesouro Direto, CDBs e até mesmo a tradicional poupança sofrem com essa redução. Nesse contexto, é importante explorar alternativas que possam garantir uma rentabilidade mais atrativa.

Uma opção interessante são os investimentos em renda fixa com taxas pré-fixadas. Nesses casos, você já sabe, desde o início, qual será a sua rentabilidade atrelada ao investimento, pois a taxa de juros é determinada no momento da contratação. Isso se torna especialmente vantajoso em um período de queda da taxa Selic, pois a rentabilidade contratada se mantém alta ao longo da duração do título.

Imagine, por exemplo, que você contrate hoje um título pré-fixado com taxa de 13,75% ao ano e duração de 2 anos. Se, ao chegar em 2025, a taxa Selic estiver em 10% ou 9%, você ainda terá uma rentabilidade de 13,75% ao ano. Essa valorização ocorre porque o título pré-fixado mantém a rentabilidade da taxa Selic alta ao longo do ciclo de queda.

Os investimentos alternativos em crédito privado, como o P2P Lending oferecido pela Peak Invest, também podem ser uma excelente alternativa durante um período de queda da taxa Selic. O P2P Lending é uma modalidade em que investidores emprestam dinheiro diretamente para empresas, tornando-se credores dessas instituições. Dessa forma, você diversifica sua carteira de investimentos e pode obter retornos mais atrativos do que em investimentos tradicionais em renda fixa.

Ao investir no P2P Lending, é possível acessar uma ampla gama de empresas em diferentes setores da economia real. Através da plataforma da Peak Invest, você pode analisar cuidadosamente cada oportunidade de investimento, avaliar os riscos e escolher aquelas que se adequam ao seu perfil e objetivos.

Além disso, o P2P Lending oferece uma maior transparência das informações e proximidade com as empresas, permitindo que você entenda melhor o destino do seu investimento e para que ele será utilizado dentro da empresa na qual está emprestando. É uma maneira de apoiar o crescimento de negócios promissores e, ao mesmo tempo, obter uma remuneração atrativa e mensal, já que as oportunidades apresentadas na plataforma possuem parcelas mensais de recebimento. Conforme a empresa paga a parcela do empréstimo o investidor na outra ponta recebe parte do valor investido de volta. Aonde o IR só é descontado a partir do ganho de capital. Desta forma, tudo que o investidor recebe na Conta Peak, já é o valor líquido.

É importante diversificar em caso de queda da taxa Selic

Em um cenário de queda da taxa Selic, é fundamental buscar alternativas que proporcionem uma rentabilidade diferenciada. Os investimentos em renda fixa com taxas pré-fixadas e o P2P Lending oferecido pela Peak Invest são opções a serem consideradas para diversificar sua carteira e obter retornos mais atrativos.

No entanto, é importante ressaltar que investimentos em renda fixa alternativos envolvem riscos. Antes de tomar qualquer decisão, é recomendado que você faça uma análise cuidadosa, leve em consideração seu perfil de investidor e busque o auxílio de profissionais especializados para orientá-lo nessa jornada.

Com planejamento, conhecimento e diversificação, é possível obter bons resultados mesmo em um cenário de queda da taxa Selic. Aproveite as oportunidades oferecidas pelos investimentos alternativos em crédito privado e esteja preparado para enfrentar os desafios e aproveitar as vantagens desse novo panorama econômico.

Como você pôde ver, buscar investimentos alternativos é importante para trazer. Quer saber mais sobre o peer-to-peer lending? Entenda como ele funciona com a Peak Invest!

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Análise de Crédito: o que é e qual a relação com os empréstimos? https://peaksep.vexwell.com/analise-de-credito-o-que-e-e-qual-a-relacao-com-os-emprestimos/ https://peaksep.vexwell.com/analise-de-credito-o-que-e-e-qual-a-relacao-com-os-emprestimos/#respond Tue, 08 Nov 2022 17:46:29 +0000 https://www.peakinvest.com.br/?p=4401

Antes de buscar uma solução de crédito, como um empréstimo, é preciso passar por uma avaliação por parte da instituição financeira. Essa etapa permite ao credor identificar os potenciais riscos da operação. Para entendê-la melhor, é interessante saber o que é análise de crédito.

Desse modo, é possível compreender quais são os critérios da avaliação e como se adequar a eles. Assim, as chances de a sua empresa obter os recursos necessários para manter as atividades e realizar outros objetivos aumentam.

Neste artigo, você saberá o que é a análise de crédito e como ela se relaciona com os empréstimos. Confira!

O que é análise de crédito?

A análise de crédito é um processo de pesquisa e avaliação de dados financeiros de pessoas físicas ou jurídicas. Esse procedimento costuma ser feito por instituições financeiras e outras empresas que trabalham com a concessão de crédito.

O principal objetivo de uma análise de crédito é identificar o risco que um determinado cliente tem de ficar inadimplente.

Assim, essa avaliação ajuda a instituição que concede os recursos a avaliar se o cliente é um bom pagador ou se ele apresenta riscos mais elevados de não fazer os pagamentos conforme acordado.

Como funciona uma análise de crédito?

Além de descobrir o que é a análise de crédito, vale a pena entender como esse processo é feito. Para simplificar, tome como exemplo a análise pela qual uma empresa passa ao solicitar um empréstimo.

Nesse caso, o negócio deverá apresentar documentos de identificação (como o CNPJ e o contrato social) e informações sobre as finanças corporativas. Aqui, é comum que sejam exigidos demonstrativos financeiros e balanços patrimoniais.

A partir disso, a instituição financeira pode utilizar os dados para fazer uma análise completa do histórico empresarial. Com os dados, também é possível realizar pesquisas nos birôs de crédito, para conferir se existem débitos pendentes, por exemplo.

Ainda, há uma consulta sobre o histórico de pagamentos. Assim, a instituição avalia se a companhia costuma honrar com as obrigações financeiras assumidas e se é adequado oferecer os recursos na forma de crédito empresarial.

Qual é a relação dessa análise com os empréstimos?

Como você viu até aqui, a análise de crédito está diretamente relacionada à concessão de recursos financeiros, como acontece em um empréstimo. A ideia, portanto, é viabilizar a avaliação sobre os riscos de inadimplência para que a instituição tome duas principais decisões.

A primeira é se a empresa receberá o empréstimo ou não. Se o negócio tiver um histórico de pagamento ruim, com atrasos e dívidas pendentes, o risco de ele fazer o mesmo com esse novo empréstimo é elevado. Então é possível que a concessão de crédito seja negada.

Já se houver a aprovação do empréstimo, a análise de crédito pode ajudar a definir qual será o valor da taxa de juros. Em geral, riscos mais elevados levam a uma cobrança de juros maiores.

Para entender melhor a relação entre análise de crédito e empréstimo, vale a pena conhecer o processo que costuma ocorrer na Peak Invest. Antes da avaliação, as empresas devem se cadastrar e enviar as informações iniciais.

Nesse momento, o Robô de Crédito atua para analisar a natureza jurídica da empresa, a atividade econômica de atuação, a data de fundação, o faturamento e eventuais protestos.

Se for pré-aprovada, a empresa deve enviar a documentação completa. É nessa etapa em que a análise de crédito é feita em detalhes, considerando diversos critérios e usando fontes de dados — tanto tradicionais quanto inovadoras.

Assim, é possível garantir que todas as empresas que utilizam a plataforma atendam a critérios específicos de riscos. Nesse sentido, há mais proteção para os investidores que emprestam o dinheiro na modalidade ponto a ponto (P2P).

Isso ocorre porque, com uma avaliação melhor de crédito, há mais chances de que o retorno seja obtido conforme o esperado.

 

Como ter um bom score?

Até aqui, você entendeu de modo geral como funciona a análise de crédito — em especial, para empresas que buscam recursos financeiros. A partir disso, vale a pena saber que existem formas de aumentar as chances de ter o pedido aprovado.

Nesse caso, uma possibilidade é aumentar o score da sua empresa. Ele corresponde a uma pontuação que se baseia no histórico de pagamento e serve para indicar a probabilidade de o tomador do crédito pagar as contas em dia.

Logo, quanto mais alto for o score, maiores são as chances de a empresa ter o crédito aprovado. Para aumentar essa pontuação, é interessante recorrer a algumas estratégias.

Veja quais são elas!

 

– Pague as contas em dia

O ponto mais relevante para o score é a adimplência, ou seja, a capacidade de honrar os compromissos financeiros assumidos. Portanto, é indispensável manter as contas da empresa sempre em dia.

Nesse sentido, vale a pena elaborar um planejamento para garantir que as obrigações serão pagas dentro dos prazos de vencimento. Acompanhar o fluxo de caixa também ajudará a fazer projeções e antecipar eventuais dificuldades, evitando atrasos nos pagamentos.

 

– Mantenha o CNPJ regular

Também é importante fazer com que o CNPJ da sua empresa esteja regular. Afinal, não adianta não ter dívidas com fornecedores e parceiros, mas não cumprir as obrigações fiscais e tributárias, por exemplo.

Então é fundamental verificar eventuais pendências no CNPJ e resolvê-las de modo definitivo. Assim, a empresa terá mais chances de conquistar um score elevado.

 

– Deixe os dados sempre atualizados

Além de cuidar do bom histórico financeiro, é essencial manter os dados da empresa sempre atualizados. Se houver uma mudança no regime tributário ou na composição do negócio, por exemplo, todas as informações devem ser atualizadas.

Isso ajuda a garantir que os dados fiquem alinhados com a realidade do negócio, evitando inconsistências ou erros. Afinal, esses problemas podem reduzir a sua nota, dificultando a busca por crédito.

Como você aprendeu, a análise de crédito é o processo executado antes da concessão de recursos para que a instituição financeira conheça os riscos de disponibilizar o dinheiro. Para a sua empresa, é importante seguir as dicas apresentadas para obter um empréstimo com mais facilidade. Se o seu negócio precisa de recursos, entre em contato conosco da Peak Invest e veja como é possível obter um empréstimo simplificado!

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Décimo terceiro: como calcular, prazo e como se preparar para pagar! https://peaksep.vexwell.com/decimo-terceiro-como-calcular-prazo-e-como-se-preparar-para-pagar/ https://peaksep.vexwell.com/decimo-terceiro-como-calcular-prazo-e-como-se-preparar-para-pagar/#respond Thu, 27 Oct 2022 13:41:50 +0000 https://www.peakinvest.com.br/?p=4371

Além dos pagamentos regulares e convencionais, empresários e gestores precisam ter atenção ao prazo para pagar o décimo terceiro. Afinal, funcionários que atuam pelo regime da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) têm direito a esse benefício, que é uma obrigação legal das empresas.

Descumprir essa regra pode gerar problemas legais para o negócio e até afetar o clima organizacional da equipe. Ao mesmo tempo, é preciso ter cuidado para que não ocorram problemas quanto à gestão financeira do negócio.

Portanto, se você quer saber qual é o prazo para pagar o décimo terceiro, como calculá-lo e como se preparar para fazer esse pagamento, veja as dicas a seguir!


Como funciona o pagamento do décimo terceiro para funcionários?

Até o início da década de 1960, as empresas pagavam apenas algum tipo de gratificação de Natal para os seus colaboradores — e de maneira voluntária. Porém, a partir de 1962, essa bonificação passou a ser obrigatória por meio da Lei n.º 4.090. Assim, foi criado o 13º salário.

Esse pagamento consiste em uma gratificação paga pelas empresas a seus funcionários por tempo trabalhado durante o ano (pelo menos 15 dias). Vale destacar, também, que esse direito independe da remuneração do profissional.

O 13º salário deve ser pago em duas parcelas e ele equivale a 1/12 do salário do mês de dezembro por mês trabalhado no ano. Além disso, para calculá-lo, não basta considerar somente a remuneração fixa do colaborador. Também é preciso considerar a média de pagamentos com:

  • adicional noturno;
  • comissões;
  • adicional de insalubridade;
  • horas extras
  • entre outros.

Da mesma forma, vale ressaltar que faltas não justificadas, também influenciarão no valor a ser pago. Caso elas façam com que o mês tenha menos de 15 dias trabalhados, o empregado perderá o valor proporcional àquele período (1/12).

 

Quem tem direito a receber o décimo terceiro salário?

Conforme a CLT, todo profissional com carteira assinada tem direito a essa gratificação. Ou seja, devem receber esse valor os trabalhadores domésticos, rurais, urbanos e avulsos.

No caso de funcionários afastados — como por conta de um acidente, doença ou licença-maternidade —, o pagamento terá uma diferença. Isso porque o valor a ser pago deve ser proporcional aos meses trabalhados. A diferença será quitada pelo próprio INSS.

Já sobre os estagiários, as empresas não são legalmente obrigadas a pagar o décimo terceiro para esses funcionários. Porém, não há impeditivos para as organizações oferecerem esse ou outro tipo de bonificação, caso desejem.

Como calcular o décimo terceiro dos seus colaboradores?

Agora que você sabe como funciona o pagamento do décimo terceiro e a quem ele é destinado, confira o passo a passo para calculá-lo:

  • divida o salário recebido pelo funcionário em dezembro por 12;
  • multiplique o resultado obtido pelo número de meses trabalhados pelo colaborador no ano (15 dias ou mais);
  • o valor resultante dessa conta é o que você pagará de décimo terceiro.

Exemplo prático de cálculo do 13º

Imagine que um de seus funcionários recebe R$ 3.000 por mês e ele está na empresa há 10 meses. Sendo assim, ao dividir o salário por 12, você encontrará o valor de R$ 250. Esse resultado equivale ao valor mensal do décimo terceiro salário do funcionário.

De acordo com o segundo passo, é preciso multiplicar o valor obtido pelo número de meses trabalhados pelo colaborador — no caso, 10 meses. Então:

13º salário = 250 x 10 = 2.500

Logo, o décimo terceiro salário desse funcionário em questão será de R$ 2.500. Agora, lembra-se de que o pagamento dessa gratificação deve ser feito de forma parcelada. Sendo assim, é necessário dividir este valor por dois:

Primeira parcela do 13º salário = 2.500/2 = 1.250

Assim, a primeira parcela será desse valor calculado (R$ 1.250). Já a segunda será menor, porque há a incidência de cobranças como:

  • Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS);
  • Instituto Nacional do Seguro Social (INSS);
  • Imposto de Renda Retido na Fonte (IRRF).

Logo, por conta desses descontos, a segunda parcela a ser paga será de R$ 1.011,98 — e não R$ 1.250. Vale destacar que há diversas ferramentas online que fazem esses cálculos. Então, se você desejar, pode utilizá-las para facilitar o processo. Para tanto, basta inserir as informações referentes a cada funcionário, como:

  • salário bruto;
  • número de meses trabalhados;
  • valor médio de horas extras mensais (se houver);
  • parcela (primeira ou segunda).

Qual é o prazo para pagar o décimo terceiro?

Como você viu, é preciso pagar o décimo terceiro em duas parcelas. Quanto ao prazo, a primeira deve ser paga entre 1 de fevereiro e 30 de novembro. Já a segunda, tem um prazo até o dia 20 de dezembro.

A empresa também pode pagar em parcela única, observando a data limite de 30 de novembro. Note que, caso a data de pagamento caia em um final de semana ou feriado, é necessário antecipar a quitação para o último dia útil anterior.

Se uma empresa não paga ou atrasa o décimo terceiro salário de um funcionário, ela pode ser autuada por um auditor-fiscal do Ministério do Trabalho. Nessa situação, a organização terá que pagar uma multa no valor de R$ 170 por trabalhador.

Ainda, há riscos de ser alvo de ações judiciais trabalhistas reclamando os pagamentos devidos. Se isso acontecer, também será preciso arcar com custas judiciais e honorários advocatícios.

 

Como se preparar para pagar o décimo terceiro?

O décimo terceiro salário é uma gratificação obrigatória por lei. Caso uma empresa não faça o pagamento ou o faça com atrasos, ela poderá ser penalizada.

Portanto, é fundamental que, como gestor, líder ou empresário, você se prepare para pagar o décimo terceiro corretamente e respeitando os prazos indicados na lei. Para tanto, é necessário se organizar e fazer um planejamento financeiro adequado.

Isso inclui, por exemplo, avaliar como está o seu fluxo de caixa. A empresa tem dinheiro suficiente em caixa para pagar os funcionários ou será necessário fazer algum tipo de captação de recursos? Se for o caso, você pode contar com as soluções de crédito para empresas, oferecidas pela Peak Invest. Assim, você terá a chance de obter a quantia necessária para pagar seus funcionários e evitar maiores transtornos com o décimo terceiro.

Ao longo deste post, você conferiu como funciona o décimo terceiro e qual é o prazo para pagar esse direito a seus funcionários. Desse modo, é possível se organizar para cumprir essa obrigação, conforme manda a lei.

Quer conhecer melhor as soluções para obter os recursos necessários para pagar os funcionários? Entre em contato conosco da Peak Invest!

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7 indicadores de desempenho empresarial que vale a pena conhecer https://peaksep.vexwell.com/7-indicadores-de-desempenho-empresarial-que-vale-a-pena-conhecer/ https://peaksep.vexwell.com/7-indicadores-de-desempenho-empresarial-que-vale-a-pena-conhecer/#respond Thu, 20 Oct 2022 17:01:11 +0000 https://www.peakinvest.com.br/?p=4340

Para que um negócio gere bons frutos, além de ter um planejamento bem elaborado, é necessário acompanhar os resultados ao longo do tempo. Mas como isso pode ser feito? A partir do monitoramento dos indicadores de desempenho empresarial.

Essas ferramentas são capazes de orientar a gestão ao oferecer material para a análise do desenvolvimento da empresa. Por esse motivo, é fundamental acompanhar esses índices para entender em que estágio a organização se encontra.

Entre os diversos indicadores de desempenho empresarial, existem, pelo menos, 7 que vale a pena conhecer e acompanhar. Continue a leitura para descobrir quais são!

O que são e para que servem os indicadores de desempenho empresarial?

Antes de saber quais são os 7 indicadores de desempenho empresarial que você deve acompanhar, é importante ter o conceito dessa ferramenta em mente. Na prática, eles são um recurso utilizado para analisar os resultados das iniciativas de uma companhia. Assim, é possível entender se as medidas tomadas pelos gestores contribuem para o crescimento da empresa, por exemplo. A partir dessa análise, os tomadores de decisão podem avaliar se o planejamento estratégico pode ser mantido ou se é preciso ajustá-lo.

Por exemplo, o indicador de lucratividade permite saber se a organização obteve o lucro esperado para o período. Se o resultado for positivo, a gestão pode identificar os processos que contribuíram para esse desempenho, a fim de replicá-los.

Já se a performance ficou aquém do esperado, há a oportunidade de verificar as falhas para encontrar soluções. Nesse sentido, os indicadores de desempenho podem ser utilizados para avaliar a performance de um projeto, processo, departamento ou até mesmo da empresa em geral.

 

7 Indicadores de desempenho empresarial que vale a pena conhecer

Agora que você já sabe o que é e para que servem os indicadores de desempenho empresarial, é o momento de descobrir quais são 7 deles que vale a pena conhecer. Veja!

1. Churn rate

O churn rate é a taxa de evasão de clientes. Assim, ele mede quantas pessoas cancelaram a compra com a empresa em um período específico. Para tanto, basta dividir o número de consumidores perdidos até o fim do período pelo total de clientes no início do mesmo período.

É interessante estabelecer uma periodicidade para analisar esse índice — e prestar atenção sempre que ele apresentar uma alta. Isso porque, ao acompanhar o indicador, a equipe pode entender se há um problema no empreendimento que seja a causa dos cancelamentos.

Por exemplo, você pode notar se existem reclamações sobre o produto da empresa que motivaram outros consumidores a desistirem do item. A partir dessa análise, a gestão pode tomar medidas para melhorar a mercadoria e reduzir o churn rate.

2. Custo de aquisição de clientes

O custo de aquisição de clientes, conhecido pela sigla CAC, mensura o valor que a empresa investiu para captar um cliente. Para calculá-lo é necessário dividir o montante investido em marketing e vendas pelo número de consumidores conquistados no período.

Quando o CAC está alto, pode significar que a estratégia de divulgação não é suficiente para converter os clientes. Outra possibilidade é a existência de investimentos em marketing além do necessário para a demanda de consumidores no mercado.

A partir desse diagnóstico, a gestão pode colocar em prática medidas para reduzir esse custo. Por exemplo, vale a pena pensar em ações para fidelizar clientes. Nesse caso, o objetivo é depender menos da captação de novos consumidores.

3. Ticket médio

O ticket médio é o valor médio das compras realizadas pelos clientes em um período específico. Também é possível calcular esse indicador a partir de um produto, serviço ou categoria, conforme as respostas que a empresa deseja obter.

Para encontrar o ticket médio, basta dividir o faturamento pelo número de vendas. Se o valor do índice está mais alto que em outros períodos anteriores, vale verificar quais ações fazem os clientes comprarem mais, por exemplo.

No entanto, se o ticket médio está abaixo das expectativas, é importante investigar o que causou esse resultado aquém do esperado para implementar soluções.

4. Customer lifetime value

O customer lifetime value (CLV) significa valor de tempo de vida. Logo, ele mede o montante que um cliente trouxe para o faturamento de uma empresa em um determinado período. O cálculo é realizado a partir da seguinte fórmula:

CLV = (ticket médio x média anual de compras por cliente) x média de período de relacionamento

Com esse indicador, a gestão pode entender se os clientes apresentam um relacionamento mais longo com a empresa, gerando lucro. Nesse cenário, é comum relacioná-lo com o CAC, pois um CVL maior consequentemente reduz o custo que a organização investiu para conquistar o cliente.

5. Taxa de conversão

Outro indicador que vale a pena conhecer é a taxa de conversão. Ele mensura quantas pessoas que entraram em contato com a empresa realizaram uma compra. Para identificar o indicador, é preciso dividir o número de vendas pelo número de contatos totais.

Isso permite entender se a estratégia de marketing é suficiente para atrair e educar o público para a compra. Ademais, a gestão pode observar se as ações da equipe de vendas são eficientes para fechar o negócio.

A partir dessas análises, você pode identificar gargalos no processo de marketing e de vendas, e tomar medidas para solucioná-los.

6. Retorno sobre o investimento

O retorno sobre o investimento (ROI) é um indicador utilizado para saber quanto de capital a empresa ganhou ou perdeu com cada investimento realizado. Logo, esse é o cálculo utilizado para saber se uma campanha de televisão, por exemplo, trouxe resultados para a organização.

Para encontrar o ROI é necessário fazer o seguinte cálculo:

ROI = (receita gerada – custos) / custos

Além disso, é possível multiplicar o resultado por 100 para determinar o ROI em porcentagem e fazer diferentes comparativos.

7. Lucratividade

Mais um indicador de desempenho que deve ser acompanhado com frequência é a lucratividade. Ele ajuda a compreender se a empresa obtém lucro e se as estratégias geram o resultado esperado.

Afinal, o faturamento pode ser alto, mas ter uma lucratividade baixa. Nesse cenário, a saúde financeira do negócio tende a ser comprometida. Ao avaliar o indicador, a gestão pode intervir para identificar o problema que reduz o lucro da empresa — como o desperdício na produção da mercadoria ou a precificação inadequada.

Para calcular a lucratividade, deve-se aplicar a fórmula:

Lucratividade = (Lucro Líquido / Receita Total) x 100

 

Neste post, você conheceu 7 indicadores de desempenho empresarial para acompanhar de perto. Afinal, eles são úteis para entender se a organização mantém uma boa gestão e identificar o que pode ser melhorado para potencializar os resultados.

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Perfil de investidor arrojado: confira suas principais características! https://peaksep.vexwell.com/perfil-de-investidor-arrojado-confira-suas-principais-caracteristicas/ https://peaksep.vexwell.com/perfil-de-investidor-arrojado-confira-suas-principais-caracteristicas/#respond Thu, 13 Oct 2022 20:29:45 +0000 https://www.peakinvest.com.br/?p=4308

O perfil de investidor é uma característica que deve ser considerada ao realizar seus investimentos. Ele tem relação com os riscos envolvidos nas alternativas do mercado financeiro, podendo ser conservador, moderado ou arrojado. Com essa informação você poderá montar uma carteira adequada para o seu nível de resistência aos riscos. Nesse contexto, o perfil de investidor arrojado é um dos que traz mais dúvidas, tendo em vista que ele pode se manifestar de diversas formas.

Ficou interessado em conhecer melhor o perfil de investidor e as principais características de um investidor arrojado? Então continue a leitura deste conteúdo!

O que é perfil de investidor?

Antes de conhecer o perfil arrojado, você deve entender o conceito de perfil de investidor. Ele tem bastante relação com os riscos relacionados aos investimentos, já que todo título ou ativo tem um certo grau de risco.

Desse modo, existem alternativas com diferentes níveis de segurança — proporcionando maior ou menor proteção ao capital alocado. Assim, o perfil de investidor é uma classificação que determina como você lida com os riscos atrelados aos investimentos.

Ademais, a escolha dos ativos para investir costuma considerar o tripé dos investimentos: segurança, rentabilidade e liquidez. Não há como priorizar os três simultaneamente. Ou seja, não existem títulos ou ativos muito seguros, muito rentáveis e muito líquidos ao mesmo tempo.

Por exemplo, há investidores que priorizam a segurança e a liquidez. Porém, nesse caso, a rentabilidade pode ficar comprometida. Outros participantes do mercado podem focar somente na rentabilidade, ainda que o risco seja bastante alto.

Portanto, é o perfil de investidor que demonstra como cada pessoa lida com essas características nos investimentos. Por isso, ele é tão importante na hora de investir, ajudando a direcionar as escolhas conforme as prioridades.

Quais são os tipos de perfis de investidor?

Você viu que o perfil de investidor é uma característica pessoal que demonstra como cada um lida com os riscos atrelados aos investimentos. Em ordem crescente de resistência aos perigos, existem três perfis de investidor: conservador, moderado e arrojado.

Dessa maneira, os conservadores são aqueles com menos tolerância aos riscos. Eles focam em alternativas seguras para preservar o capital, ainda que a rentabilidade seja mais baixa. Também é comum que eles busquem maior liquidez.

Por sua vez, os moderados já possuem um pouco mais de resistência. Apesar de ainda buscarem investimentos seguros, eles conseguem suportar mais riscos em boas oportunidades para cumprir seus objetivos financeiros.

Por fim, os investidores com perfil arrojado têm alta resistência às possibilidades de ter perdas. Eles conseguem realizar aportes em investimentos menos seguros, desde que a relação entre risco e retorno seja compatível com suas expectativas.

Quais as principais características do investidor com perfil arrojado?

Agora que você já entende que o investidor arrojado é aquele que tem um perfil com alta resistência aos riscos, vale a pena saber mais sobre as características marcantes de quem está nessa classificação.

A seguir, você conhecerá os principais pontos sobre o perfil de investidor arrojado. Confira:

Alta tolerância aos riscos

A alta tolerância ao risco é uma das características mais importantes de um investidor arrojado. Contudo, ela não tem um fim em si mesmo. Ou seja, o investidor não escolhe alternativas mais arriscadas apenas porque elas são mais arriscadas.

Como você viu, sempre que você escolhe um investimento, há a priorização de uma ou duas características — segurança, rentabilidade ou liquidez — em detrimento de outras.

Os arrojados buscam ativos com alta possibilidade de rentabilidade. Assim, eles podem abdicar da segurança com mais facilidade, tendo em vista que conseguem tolerar um alto grau de insegurança para aumentar o potencial de ganhos.

A ideia é otimizar a relação entre o risco e retorno da carteira. De modo geral, quanto mais arriscado é um ativo, maior tende a ser a sua rentabilidade. Nesse caso, você pode entender os ganhos de um investimento como um prêmio pelo risco assumido.

Logo, o investidor arrojado faz uma análise dos possíveis ganhos que podem ser obtidos ao aceitar se arriscar mais. Afinal, se o risco de um investimento for alto, mas sua rentabilidade for baixa, não há por que escolher essa alternativa, correto?

Maior conhecimento do mercado

De forma geral, os investidores arrojados já têm mais experiência e conhecimento a respeito do mercado financeiro — ou pelo menos buscam isso. A partir disso, eles conseguem calcular os riscos e sua relação com a rentabilidade com mais cuidado.

Entretanto, vale destacar que essa não é uma regra. Muitos investidores iniciantes possuem alta resistência aos riscos, enquanto outros mais experientes ainda podem ser conservadores, por exemplo.

Isso porque o perfil depende também dos objetivos financeiros e da estabilidade do patrimônio. Se você já tem uma vida financeira sólida, possui um patrimônio protegido e alta previsibilidade de renda, é mais fácil ser um investidor arrojado.

Escolha de ativos mais voláteis

A volatilidade dos investimentos está muito ligada aos riscos assumidos. Investidores com perfil conservador, por exemplo, buscam fugir de altas oscilações. Afinal, elas podem trazer perdas financeiras e pouca previsibilidade.

No entanto, um investidor com perfil arrojado fica atento a ativos voláteis. Apesar de eles apresentarem riscos mais altos, os ganhos também podem ser mais acentuados. Portanto, o investidor arrojado está disposto a ter menor segurança. Então é comum que os arrojados avaliem o investimento em ações com mais potencial de valorização, derivativos financeiros e investimentos alternativos, como as criptomoedas ou concessão de créditos para empresas via plataformas especializadas.

Como conhecer seu perfil de investidor?

Uma dúvida comum diz respeito a como se descobre o perfil de investidor. Para isso, as instituições financeiras do mercado e outros interessados aplicam a API — Análise de Perfil de Investidor.

Trata-se de um questionário com diversas perguntas que buscam identificar qual é a resistência aos riscos que o investidor possui. Os questionamentos dizem respeito ao conhecimento do mercado, objetivos financeiros, patrimônio acumulado, renda etc.

A ideia é definir a resistência aos riscos do investidor para que as alternativas oferecidas pela instituição sejam adequadas ao perfil do cliente. Afinal, montar uma carteira que se alinhe a essa característica é fundamental para não se arriscar demais ou ficar frustrado com resultados mais baixos que o esperado.

Pronto! Agora você já sabe o que é o perfil de investidor e as principais características de um perfil arrojado. Lembre-se de sempre considerar esse fator nos seus investimentos e decisões financeiras para que as suas alocações sejam alinhadas ao seu nível de tolerância ao risco e apetite por rentabilidade.

Ainda ficou com dúvidas sobre o perfil de investidor arrojado e suas características? Então deixe um comentário para podermos ajudá-lo!

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Como preparar o caixa da empresa para a Black Friday? Confira! https://peaksep.vexwell.com/como-preparar-o-caixa-da-empresa-para-a-black-friday-confira/ https://peaksep.vexwell.com/como-preparar-o-caixa-da-empresa-para-a-black-friday-confira/#respond Thu, 06 Oct 2022 13:18:02 +0000 https://www.peakinvest.com.br/?p=4192

O final do ano gera diversas oportunidades para o seu negócio crescer. Entre as datas mais importantes para o comércio brasileiro, está a Black Friday de 2022. Afinal, esse é um dos eventos mais aguardados pelos consumidores que buscam descontos mais atrativos.

Assim, se a sua empresa decidir participar dessa ação promocional, é possível que aconteça um aumento significativo na demanda por seus produtos ou serviços. Então é fundamental se organizar financeiramente para conseguir atender os clientes nessa época do ano.

A seguir, você entenderá como preparar o caixa da sua empresa para a Black Friday de 2022 e aproveitar as oportunidades que a data proporciona. Confira!

Como funciona a Black Friday?

A Black Friday é uma data comercial cujo objetivo é ampliar as vendas de fim de ano, com a oferta de promoções interessantes.

Esse evento surgiu nos Estados Unidos em 1950 e é realizado no dia após o feriado de Ação de Graças — celebrado sempre na 4ª quinta-feira de novembro. Portanto, a Black Friday não tem uma data fixa, acontecendo anualmente na 4ª sexta-feira desse mês.

No Brasil, a primeira Black Friday ocorreu em 2010 e foi totalmente online. Porém, ela já ganhou mais popularidade e é aplicada também em lojas físicas.

Vale destacar que, a cada edição, ela ganha mais espaço entre os consumidores. Por isso, é natural que os empresários estejam ansiosos para a chegada do evento.

 

Qual a importância de ter um planejamento financeiro para a Black Friday?

Como você conferiu, a Black Friday é uma das melhores épocas do ano para vender. Por isso, aderir ao evento pode ser interessante para o seu negócio. Contudo, para participar sem ter prejuízos, é preciso preparar o caixa da empresa para as promoções de vendas.

Nesse caso, o planejamento financeiro é a chave. Por meio dele, você poderá estimar as vendas e despesas para o período. Desse modo, fica mais fácil projetar potenciais lucros ou perdas e avaliar se vale a pena aderir à Black Friday.

Com essa organização, você também pode certificar-se antecipadamente com os fornecedores sobre a capacidade deles em atender as vendas projetadas. Assim, fica mais fácil entender se a sua empresa tem condições para cobrir a demanda prevista e não perder oportunidades de vendas.

Além disso, o planejamento mostrará se você tem recursos financeiros para arcar com as despesas referentes a essa ação promocional. Com isso, é possível saber se o negócio precisará de uma injeção de capital no fluxo de caixa.

 

Como preparar o caixa da empresa para a Black Friday de 2022?

Depois de entender a importância do planejamento financeiro empresarial para a Black Friday, é hora de saber como preparar o caixa do seu negócio para esse evento. Desse modo, será possível aderir à promoção sem ter prejuízos financeiros. Confira como se organizar para essa data!

 

Monte o mapeamento dos custos e despesas

O primeiro passo para preparar o caixa da empresa para a Black Friday de 2022 é fazer o mapeamento dos custos e despesas envolvidos na operação. Essa informação ajudará você a definir o preço dos produtos corretamente.

Portanto, faça o levantamento dos eventuais gastos com o evento — como a compra de mercadorias e o pagamento de comissão aos vendedores. E não se esqueça dos custos e das despesas indiretas. Esse é o caso, por exemplo, dos impostos e do investimento em marketing digital.

 

Faça uma projeção das vendas e disponibilidade de estoque

Outro ponto fundamental para a preparação para a Black Friday de 2022 é a projeção das vendas. A partir desse número, é possível calcular a necessidade de estoque. Com ele, você também pode conhecer o volume de clientes esperados e saber se é preciso contratar funcionários temporários.

Para estimar as suas vendas, é preciso analisar o faturamento obtido no último evento do tipo e a taxa de crescimento do seu negócio desde então. Ainda, é interessante considerar as expectativas do comércio para a edição desse ano para chegar a um valor mais realista.

 

Analise as possibilidades de frete para o cliente

Normalmente, o percentual de desconto e o preço são os principais fatores para incentivar uma compra na Black Friday. No entanto, os consumidores podem priorizar outros quesitos em sua escolha, como melhor prazo de entrega e frete grátis.

Então, antes de adotar estratégias, é necessário verificar a viabilidade de cada oferta. Assim, para decidir se você disponibilizará ou não frete grátis, é preciso analisar o valor do transporte dos seus produtos para cada região do país e o quanto eles deverão custar para não ter prejuízos.

 

Avalie as possibilidades de descontos e as estratégias promocionais

O próximo passo para preparar o caixa da sua empresa para a Black Friday de 2022 é avaliar as possibilidades de desconto. O objetivo é evitar reduções excessivas nos preços dos produtos ou serviços. Afinal, essa situação pode afetar negativamente o caixa da sua empresa.

Existem diversas maneiras para definir os descontos, como diminuir a margem de lucro até um nível aceitável ou seguir o percentual oferecido pela concorrência. Outra alternativa é conseguir preços mais baixos com os fornecedores e repassar a diferença no valor da mercadoria para os clientes.

Também é indispensável estabelecer as estratégias de desconto, pois isso determinará como deverá ser a divulgação da oferta. Os métodos mais comuns de promoções de vendas são: pague um e leve dois, pacotes de descontos e promoção progressiva.

 

Determine os meios e as condições de pagamento

Por fim, é importante determinar os meios e as condições de pagamento do seu negócio. Isso porque eles podem estimular o consumo e alavancar as vendas. Além disso, a escolha do método para o fechamento da compra e as regras de aquisição pode afetar o fluxo de caixa da empresa.

Os principais meios de pagamento no Brasil são o cartão de crédito ou débito, o Pix, o crediário e os boletos bancários. Em relação às condições, os pontos a serem analisados são as opções de prazo, descontos à vista e acréscimo de juros nas parcelas.

Agora você já sabe como preparar o caixa da empresa para a Black Friday de 2022. Então siga essas instruções e veja como é possível realizar promoções para atrair clientes, mas sem ter prejuízos financeiros.

Precisa captar recursos para reforçar o fluxo de caixa do seu negócio para a Black Friday de 2022? Descubra como escolher o melhor tipo de empréstimo para sua empresa!

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